O ofício da alma
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Poesia
Por Andarion Von Nahal  andarionnahal@yahoo.com.br
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Alma jovem, fadada à gentileza
Esqueceu sua pseudo-suficiência
Fez de si objeto de comunhão
Reverberou o mais belo dos sentimentos
dentro daquele que não pode ver
Porque em sua mente não há Porquês.
Lembra-te da formosura do olhar
Esquece-te da ruína da carne
Carne perversa, muda teu olhar
E dela tirarás tuas ilusões
Cresca, progrida, olha para o alto
E quando tratares, serás tratado.
Triste desejo, ofício da matéria
Feliz anseio terá teu espírito
Quando o interno for ofício externo
Infeliz Mácula será teu ego
Quando mostrares vontade de ter
Aquilo que jamais enxergarás