POema MAluco
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Poesia
Por matheus toniolo  matheust@mps.com.br
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Ela me olhou, mas não deu permissão.
Enquanto isso eu brincava com o caderno...
O tal do caderno eterno...
Eterno de confissões, textos, poemas, estudos, etc.
Mas por cima da minha verruga ela não quis passar...
Porque será?
Mais afinal, quem é ela?
Ela anda tão bela na passarela amarela com seu cheiro de canela...
Então parei para pensar...
Qual o problema com a confissão?
Erros e distúrbios só me fazem menor...
Pena que eu não sou um policial ortondentista.
Oque? Analista?
Não, não ta na lista!
Mas e ela?
Na passarela amarela com seu cheiro de canela...
Tão bela...
Cabelos ruivos na nuca, olhos verdes, sardinhas no rosto, corpo perfeito, pele branca de criança recém nascida, sorriso encantador...
Aaah...
É a perfeição da juventude...
Atitude?
Sem virtudes, somos apenas meros malucos.