Preguiça
|
|
|
Poesia
Por Lizete Abrahão  lizeteabrahao@portoweb.com.br
|
O cheiro
verde e fresco da chuva,
A quietude do ar tranqüilo
entrando pela janela,
o olho azul do gato
e seu roçar macio nas canelas.
Tanto
sono na pálpebra...
Tanta preguiça na mão...
Vagidos do dia recente
e um poeta,
no ócio da criação,
arrastando-se persistente.