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Privação Libertária

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Poesia Por Diego Ramirez Assinar feed do autor
don.ramirez@uol.com.br

Quer ele saber se o amor dela é real,
Não só da amizade que ela declara;
E mira qual o desafio que o depara:
Ser, da nobre dama, eterno amigo e leal.

Acorda e te disperta, oh impuro animal!,
Está pondo uma amizade pura em jogo...
Tal e qual antes, tu já vira este final,
Onde finda-se a amizade vem-se o fogo!

Espero eu que isto tudo logo se resolva,
Pois quero eu voltar sem mais penalidade
A ser eu mais uma eterna amizade...

Se tu queres então que eu nunca me mude,
Declaro a ti que tu estás com plena sorte;
Pois, se ao mudar, vou te perder, prefiro a morte!

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