Robô sem alma
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Poesia
Por Andréa Balsan  andreadoria17@ig.com.br
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Onde estão todos?
Não posso ver dentro da escuridão.
Onde estão as boas coisas?
Eu não vejo, estou acompanhada da solidão.
Foi de repente
E tudo sumiu.
Onde estão os anjos?
Tudo sumiu tão de repente.
Onde está o amor?
Tudo sumiu tão de repente.
Somos todos maquinas
Governados pela tristeza,
Pelo orgulho.
Robôs sem almas.
Profissionais do nada.
Onde estão todos?
Parece que tudo se apagou.
Onde está você?
Não posso ver a sua face diante de mim.
Os olhos parecem tão apagados,
Tudo afastado.
E vamos apenas tentando
Encontrar o que existe dentro de nós,
Mas não o enxergamos.
11/08/04.