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Governo revoga decreto que extinguia Renca

O Decreto nº 9.159, que revoga outro decreto, o de número 9.147, de 28 de agosto de 2017, que extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (26). Ele foi assinada ontem (25) pelo presidente Michel Temer. A decisão de extinguir a Renca foi questionada por ambientalistas, artistas e repercutiu na mídia internacional.

No início deste mês, o governo já havia determinado a suspensão da medida. Para o Planalto, houve falta de clareza sobre os efeitos da extinção. No entanto, o tema continuará na pauta do governo. O próximo passo será a realização de uma consulta pública, ainda sem data prevista.

Renca

Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) disse que as razões que levaram a pasta a pedir a extinção da reserva continuam presentes e defende mais debate sobre o tema. “O país necessita crescer e gerar empregos, atrair investimentos para o setor mineral, inclusive para explorar o potencial econômico da região”, diz o texto divulgado após o anúncio da revogação do decreto pelo Palácio do Planalto.

“O MME reafirma o seu compromisso e de todo o governo com a preservação do meio ambiente, com as salvaguardas previstas na legislação de proteção e preservação ambiental, e que o debate em torno do assunto deve ser retomado em outra oportunidade, mais à frente, e deve ser ampliado para um número maior de pessoas, da forma mais democrática possível.”

A Renca

A área de proteção foi criada em 1984 pelo governo de João Figueiredo, último presidente do período militar. Na ocasião, foi definida a proteção da área de 47 mil quilômetros quadrados (km²), incrustada em uma região entre os estados do Pará e do Amapá.

Desde então, a pesquisa mineral e atividade econômica na região passaram a ser de responsabilidade da Companhia Brasileira de Recursos Minerais (CPRM – Serviço Geológico Brasileiro) ou de empresas autorizadas pela companhia. Além do cobre, estudos geológicos indicam a ocorrência de ouro, manganês, ferro e outros minérios na área.

Dois dias após o decreto que extinguia a Renca, o Palácio do Planalto divulgou nota afirmando que o objetivo era "coibir a exploração ilegal" e recolocar o Estado como administrador de jazidas minerais da Renca, que atualmente sofre com a existência de garimpos clandestinos de ouro.

Governo anuncia proposta de mudanças no FIES já para 2018

As mudanças propostas pelo governo no Financiamento Estudantil (Fies) são fundamentais para garantir a sustentabilidade fiscal do programa e evitar sua descontinuidade. A avaliação é do subsecretário de Governança Fiscal e Regulação de Loteria do Ministério da Fazenda, Alexandre Manoel Ângelo da Silva, que participou hoje (20/09) de audiência pública na comissão mista do Congresso Nacional que analisa a Medida Provisória 785/2017, que modifica as regras do fundo.

“Não havia como o programa continuar na trajetória que estava”, disse, lembrando que no ano passado o impacto fiscal do Fies chegou a R$ 32 bilhões, especialmente por causa da inadimplência. Segundo ele, em 1991 o crédito estudantil foi suspenso por oito anos no país por problemas de governança.

Ângelo da Silva destacou que a nova modelagem do Fies oferece financiamento a juro zero e sem fiador a estudantes que estão em famílias de baixa renda. “Se o Ministério da Fazenda tivesse apenas a preocupação fiscal, e não tivesse a preocupação social, poderíamos voltar com a figura do fiador, mas isso nunca esteve em pauta no governo”, disse.

O secretário executivo adjunto do Ministério da Educação, Felipe Sartori Sigollo, disse que as mudanças trouxeram ao Fies as melhores práticas internacionais e o melhor modelo de gestão e governança. “O financiamento estudantil é importantíssimo para o país. Eu fui estudante e consegui me formar em engenharia civil graças ao Fies. Sou testemunha do quanto foi importante na minha vida acadêmica e profissional”, disse. Segundo ele, as alterações propostas foram para melhorar a governança do Fies e suprir os questionamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o programa.

O diretor de gestão de fundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Pedro Antônio Pedrosa, disse que o governo está trabalhando para evitar transtorno na transição dos modelos do Fies. “Estamos acompanhando bem de perto essas mudanças, com reuniões semanais, apontando os riscos e pensando em plano B para garantir que a transição seja o menos problemática possível para os alunos. É um desafio, mas estamos bastante confiantes, não vemos um risco”. O deputado Átila Lira (PSB-PI) manifestou sua preocupação com um possível “colapso” no programa, com a implementação das mudanças.

Essa foi a última audiência pública da Comissão Mista que analisa a medida provisória 785/2017. O relator da MP, deputado Alexandre Canziani (PTB-PR), disse que no mais tardar em duas semanas apresentará seu relatório para votação na comissão. “Acho que o programa foi bem concebido, mas podemos melhorar, avançar”, disse.

Mudanças

Segundo a Medida Provisória 785/2017, enviada pelo governo ao Congresso Nacional, a partir do ano que vem devem ser oferecidos três tipos de financiamento, sendo que 100 mil vagas serão ofertadas com recursos públicos, que terão juro zero e serão voltadas para os estudantes que tiverem renda per capita mensal familiar de três salários mínimos. As outras duas modalidades serão com recursos dos fundos constitucionais regionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Outra mudança no Fies foi a fixação de um limite médio de 10% da renda do trabalhador para o pagamento do financiamento, no caso do financiamento com recursos públicos. Os estudantes universitários que financiarem o pagamento das mensalidades de faculdades privadas por meio do Financiamento Estudantil (Fies) vão começar a pagar o empréstimo assim que tiverem renda formal, após deixar a faculdade.

A MP está em vigor desde julho, mas pode ser alterada durante a tramitação no Congresso. As novas regras do Fies vão valer apenas para contratos firmados a partir do ano que vem.

Fonte: Agência Brasil

Trump ameaça destruir a Coreia do Norte se Kim Jong-Un não desistir de seu programa nuclear

O presidente Donald Trump disse hoje (19), em seu primeiro discurso na Assembleia Geral da ONU que se o regime de Pynongang não desistir de seu programa nuclear os Estados Unidos não terão outra escolha a não ser “destruir totalmente a Coreia do Norte. Temos paciência, mas não temos outra opção", afirmou.

Trump chamou o regime de Kim Jong-Un de "depravado e responsável pela morte, opressão, tortura e prisão de muitos cidadãos do país". E afirmou que a busca da Coreia do Norte por armamento nuclear é irresponsável e ameaça o mundo inteiro com uma perda "impensável da vida humana". Ele disse que o líder norte-coreano está em uma missão suicida para si mesmo e o seu regime.

Donald Trump"Estamos dispostos e preparados para tomar uma ação militar, mas esperamos que isso não seja necessário", frisou Trump, observado de perto pelo representante norte-coreano, que acompanhou o discurso na primeira fila, por causa do sorteio de lugares realizado pela organização dos debates.

Trump também pediu que as Nações Unidas pressionem os países que financiam a Coreia do Norte para interromper os financiamentos que estão alimentando o programa nuclear do país.

Barrando o mal

"Se os muitos justos não confrontarem os poucos maus, então o mal triunfará", disse Trump. Ele agradeceu à China e à Rússia por terem votado a favor das sanções contra a Coreia do Norte no Conselho de Segurança da ONU. O país foi sancionado duas vezes em agosto e na semana passada pelo conselho, por unanimidade, por causa da continuidade dos seus testes nucleares e de ter lançado misseis de médio alcance para ameaçar o Japão.

Desde que o magnata republicano chegou ao poder, há oito meses, as tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte tem aumentado e Kim Jong Un e Trump têm trocado ameaças em um tom cada vez mais agressivo.

No mês passado, o líder americano ameaçou desencadear um “fogo e fúria como o mundo nunca viu" se a Coreia do Norte não parasse de ameaçar o país. Discurso que, longe de intimidar, parece ter servido de combustível para Kim Jong Un: depois disso foram feitos pelo menos quatro testes com mísseis, um deles com uma bomba de hidrogênio no começo de setembro, considerada a mais poderosa testada até agora pelo regime norte-coreano.

Fonte: Agência Brasil

Estudantes já podem se inscrever para concorrer a vagas remanescentes do Fies

O Ministério da Educação abriu hoje (18/09) as inscrições para 35 mil vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referentes ao segundo semestre de 2017. Os prazos variam conforme a modalidade em que o estudante se encaixa.

Poderão concorrer aqueles que tenham participado de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, obtido nota mínima de 450 pontos nas provas e tirado mais do que zero na redação. É necessário comprovar renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos.

As inscrições deverão ser feitas exclusivamente por meio eletrônico, na página do Sistema de Seleção do Fies (FiesSeleção). Depois, nos dois dias úteis subsequentes, elas terão que ser concluídas pelo candidato por meio do Sistema Informatizado do Fies (Sisfies).

Fonte: Agência Brasil

MEC diz que não abrirá mão de antecipar alfabetização até o 2º ano

O governo não deverá abrir mão da proposta de antecipar a alfabetização das crianças para o 2º ano do ensino fundamental, como está previsto no texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) enviado pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

Atualmente, as diretrizes curriculares determinam que o período da alfabetização deve ser organizado pelas escolas até o 3º ano do ensino fundamental. Esse também é o prazo previsto no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, que estabelece que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos de idade. No entanto, o texto da Base Nacional encaminhado ao CNE prevê que as crianças deverão ser capazes de ler e escrever até o 2º ano do ensino fundamental, geralmente aos 7 anos.

O secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Soares da Silva, disse hoje (11) que a pasta poderá até avaliar alguma mudança proposta pelo Conselho, mas mantém sua convicção no modelo apresentado, que prevê a codificação da alfabetização até o 2º ano.

Criança Estudando

“As crianças mais ricas já estão plenamente alfabetizadas ao final do 2º ano. Por que não devemos brigar pelo direito para as crianças que mais precisam? A convicção do MEC está mantida neste sentido. Qualquer posição que vier do CNE o Ministério vai avaliar, mas hoje temos essa convicção desse ponto internamente no ministério”, disse Silva à Agência Brasil.

O presidente da comissão do CNE responsável pela análise da Base Nacional Comum Curricular, César Callegari, acredita que pode haver uma convergência entre as posições do Conselho e do Ministério da Educação sobre o assunto. “O tema será objeto de diálogo com o MEC antes de chegar a uma finalização aqui dentro. A ideia é que a gente tente buscar convergência naquilo que pode representar um avanço e continue discutindo temas que não são tão essenciais e que se ficarem com um ponto de impasse poderia atrasar todo o processo da Base”.

O texto da Base deverá ser analisado pelo CNE até dezembro. Até agora, cerca de 2 mil contribuições foram enviadas para aperfeiçoar o documento, que define os direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para todos os alunos da educação básica do país. Depois de aprovado pelo CNE, o texto será encaminhado para homologação do ministro da Educação.

Fonte: Agência Brasil

Fuvest recebe inscrição para vestibular 2018 até esta segunda-feira

As inscrições para a Fuvest 2018 terminam hoje (11/09) às 23h59 e devem ser feitas exclusivamente pelo site da instituição. A taxa custa R$ 170 e pode ser paga por boleto bancário em bancos ou pela internet. Esse boleto deve ser pago em bancos, ou pela internet, antes do encerramento do expediente bancário no dia 12 de setembro.

O manual do candidato já foi publicado. Ele traz informações sobre data, inscrições, número de vagas e matrícula de todos os cursos oferecidos na Universidade de São Paulo (USP). Neste ano, a Santa Casa não vai selecionar novos alunos de medicina pela Fuvest.

Faça aqui sua inscrição para Fuvest 2018

Para candidatos com deficiência, é preciso informar as necessidades de adaptação da prova no momento da inscrição. Até o dia 15 de setembro, a pessoa deve enviar a documentação médica que comprove e detalhe a questão.

A aplicação do exame da primeira fase será no dia 26 de novembro, às 13 horas, com duração de cinco horas. São 90 testes de múltipla escolha sobre biologia, física, geografia, história, inglês, matemática, português e química.

A lista de convocados para a segunda fase sairá no dia 18 de dezembro. Nessa etapa, os candidatos fazem três provas discursivas. Todas as provas terão quatro horas de duração:

– 7 de janeiro de 2018 (domingo): 10 questões de português e uma redação
– 8 de janeiro de 2018 (segunda-feira): 16 questões de biologia, física, geografia, história, inglês, matemática e química.
– 9 de janeiro de 2018: 12 questões com disciplinas de acordo com a área da carreira escolhida.

Número de vagas

Neste processo seletivo, serão ofertaras 8.402 vagas na Universidade de São Paulo (USP), sendo 3.416 na área de humanidades, 3.026 em ciências exatas e 1.960 em ciências biológicas.

Outras 2.745 vagas serão oferecidas pelo Sistema de Seleção Única (Sisu). O processo de ingresso pela nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é administrado pela Pró-Reitoria de Graduação da USP.

Cidades em que ocorrerão as provas

As provas da Fuvest serão aplicadas nas seguintes cidades:

Fachada da USPRegião Metropolitana de São Paulo: São Paulo, Barueri/Santana de Parnaíba, Carapicuíba, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Taboão da Serra.

Interior de São Paulo: Barretos1, Bauru, Campinas, Fernandópolis1, Franca, Jaú1, Jundiaí, Limeira, Lorena, Marília1, Mogi Mirim, Piracicaba, Pirassununga, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Taubaté1.

1Nessas cidades, haverá somente a aplicação da prova da 1ª fase. Na 2ª fase, os candidatos inscritos nessas cidades e que forem convocados serão realocados como segue: de Barretos para Ribeirão Preto; de Fernandópolis para São José do Rio Preto; de Jaú e de Marília para Bauru; de Taubaté para São José dos Campos.

Trump dará seis meses ao Pentágono para implementar proibição a transexuais

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dará ao Pentágono seis meses para que implemente totalmente sua decisão anunciada no mês passado de proibir o recrutamento de transexuais nas Forças Armadas do país, informaram nessa quarta-feira (23/08) os meios de comunicação locais.

Segundo esses veículos, a Casa Branca está preparando as diretrizes que enviará nos próximos dias ao Pentágono, abrindo assim o período de seis meses para a sua implementação.

Com as diretrizes em mãos, o chefe do Pentágono, James Mattis, terá que expulsar das Forças Armadas os militares transexuais, que não poderão ser enviados para zonas de guerra ou participar de missões de longa duração.

Donald TrumpTrump anunciou, no fim de julho, a decisão de proibir que os transexuais sirvam nas Forças Armadas dos Estados Unidos, após ter consultado, segundo ele mesmo garantiu, "generais e especialistas militares".

"As nossas Forças Armadas devem se concentrar na vitória decisiva e avassaladora e não podem ser prejudicadas com os enormes custos médicos e com a perturbação que implicariam os transgêneros", argumentou Trump em mensagem no Twitter.

Após o anúncio, um grupo de militares transexuais interpôs uma ação contra a decisão do presidente em um tribunal de Washington.

As Forças Armadas dos Estados Unidos ficaram abertas, "com efeito imediato", aos transexuais em junho de 2016 por decisão do ex-presidente Barack Obama, mas seu recrutamento começaria apenas em janeiro de 2018.

Em 2016, o número de transexuais nas Forças Armadas americanas oscilava entre 1.300 e 6.600, dentro de um universo de 1,3 milhão de integrantes do corpo militar, de acordo com estudo encomendado pelo Pentágono.

Fonte: Agência Brasil

Governo extingue reserva e autoriza exploração mineral na Amazônia

Em decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (24/08), o presidente Michel Temer (PMDB) extinguiu a Reserva Nacional do Cobre e seus associados (RENCA), nome pelo qual ficou conhecida uma área de 47 mil metros quadrados na região da Amazônia, mais especificamente nos estados do Pará e Amapá. É a confirmação de uma iniciativa adotada em março desse ano, quando o Ministério de Minas e Energia publicou uma portaria em que anunciava a intenção de extinguir a reserva e regularizava a situação de títulos minerários na região. Apesar do nome, a RENCA tem como principal riqueza mineral o ouro.

No texto de então, assinado pelo ministro Fernando Coelho Filho (PSB), a pasta indicava que a revogação do decreto de 1984 que regularizava a área como reserva “viabilizará o acesso ao potencial mineral existente na região e estimulará o desenvolvimento econômico dos estados envolvidos” e partia da ” importância de se criar mecanismos para viabilizar a atração de novos investimentos para o setor mineral”.

Os próximos passos do governo é começar a anunciar os leilões das áreas para as empresas interessadas em explorar a região. O decreto, assinado pelo presidente Michel Temer, ressalta que a extinção da Renca “não afasta a aplicação de legislação específica sobre proteção da vegetação nativa, unidades de conservação da natureza, terras indígenas e áreas em faixa de fronteira”.

A reserva

Exploração Mineral na AmazôniaConhecida como Reserva do Cobre, foi criada através de um decreto assinado pelo presidente militar João Figueiredo, que também proibiu a exploração dos minerais da mata. A área protegida tem o tamanho equivalente ao do estado do Espírito Santo, ou oito vezes a dimensão do Distrito Federal. Os militares tinham interesse em explorar as jazidas de cobre na região, mas o plano nunca saiu do papel.

A região também abriga florestas protegidas e terras indígenas, o que já preocupa alguns ambientalistas. O governo federal não deu detalhes de como a mineração será introduzida no local.

Extração mineral e os impactos ambientais

Os minérios são indispensáveis para a manutenção da atividade industrial, tendo em vista que produtos como automóveis, máquinas, tratores, cimento, entre outros, são fabricados a partir de matérias-primas vindas dessa extração.

A exploração mineral se tornou mais evidente a partir da Primeira Revolução Industrial (final do século XVIII, início do século XIX), quando a produção em massa intensificou a extração de minérios para abastecer a crescente indústria. Com o crescimento populacional mundial houve a necessidade de retirar da natureza um volume cada vez maior desse tipo de recurso.

Para saber mais

Estão abertas as inscrições para o vestibular Fuvest 2018

Os candidatos que pretendem concorrer a uma vaga na USP já podem se inscrever no vestibular 2018, organizado pela Fuvest. O prazo se encerra às 23h59 do dia 11 de setembro. A inscrição deve ser realizada exclusivamente pelo site www.fuvest.com.br. Após o preenchimento das informações solicitadas, é gerado um boleto no valor da taxa de R$ 170. Esse boleto deve ser pago em bancos, ou pela internet, antes do encerramento do expediente bancário no dia 12 de setembro.

Faça aqui sua inscrição para Fuvest 2018

O resultado dos pedidos de redução e isenção da taxa de inscrição está disponível no site www.fuvest.br, na área Usuários. Para acessar o sistema, é necessário o número do CPF e a senha. Mesmo os que tiveram os pedidos aceitos, devem fazer a inscrição.

Estudantes que cursaram ou estejam cursando o ensino médio em escolas da rede pública do Brasil poderão ganhar acréscimo na nota da prova da 1ª fase, para efeito de progressão à 2ª fase do vestibular, e na nota final de classificação.

Para receber o bônus, o candidato deve optar durante a inscrição pelo Programa de Inclusão Social da USP (Inclusp), que prevê bônus de 12% para quem cursou ou esteja cursando o ensino médio integralmente em escola pública. Se o aluno estudou o ensino fundamental e médio na rede pública, o bônus é de 15%. Caso se autodeclare preto, pardo ou indígena, há mais 5% e outros 5% se tiver participado do Pasusp no vestibular 2017.

O Programa de Avaliação Seriada da USP (Pasusp) oferece bônus na nota para estudantes ainda matriculados no ensino médio público – treineiros – e que cursaram o ensino fundamental integralmente na rede pública.

Os candidatos com deficiência deverão informar na ficha da inscrição as necessidades para a realização da prova e se cadastrar no site www.fuvest.br, na área Usuários, caso não tenha realizado esse cadastro antes. O programa vai gerar uma ficha que deverá ser preenchida e encaminhada via postal até o dia 15 de setembro com a documentação necessária. Um comunicado será enviado ao candidato até 21 de novembro sobre as condições que serão oferecidas.

Na inscrição, o candidato deve indicar apenas uma carreira e os cursos desejados da carreira, em ordem decrescente de preferência. Assim, deve indicar, em primeiro lugar, o curso que mais deseja, até o máximo de 4 cursos. Se a carreira tiver um único curso, deve indicar somente esse curso. Há regras especiais para inscrição nas carreiras Artes Visuais, Música – São Paulo e Música – Ribeirão Preto, que devem ser consultadas no Manual do Candidato.

Quem estiver cursando o 1º ou o 2º ano do ensino médio, em 2017, também poderá participar da Fuvest como “treineiro” para avaliar seus conhecimentos. Há três opções de carreira: Treinamento Humanidades, Treinamento Biológicas e Treinamento Exatas.

Fuvest 2018

Fachada FuvestA prova do vestibular Fuvest 2018, selecionará alunos para 8.402 vagas disponibilizadas pela USP, sendo 3.416 na área de Humanidades, 3.026 em Ciências Exatas e 1.960 em Ciências Biológicas. A Universidade ainda disponibiliza outras 2.745 vagas para alunos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e participarem do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Ministério da Educação (MEC). O processo de ingresso por esse sistema é administrado pela Pró-Reitoria de Graduação da USP, mais informações aqui.

A Universidade de São Paulo é pública e gratuita, ou seja, não cobra mensalidade. São 182 cursos oferecidos em 42 unidades de ensino distribuídas em oito campi no Estado de São Paulo, nas cidades de Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto, Santos, São Carlos e São Paulo.

Neste ano, a prova da primeira fase será aplicada em 32 cidades do Estado de São Paulo. Os locais serão divulgados no dia 17 de novembro.

A aplicação do exame da primeira fase será no dia 26 de novembro, às 13 horas, com duração de cinco horas. São 90 testes de múltipla escolha sobre biologia, física, geografia, história, inglês, matemática, português e química.

A lista de convocados para a segunda fase sairá no dia 18 de dezembro. Nessa etapa, os candidatos fazem três provas discursivas. Todas as provas terão quatro horas de duração:

Haverá ainda provas específicas para os cursos de Artes Visuais, Artes Cênicas, Música – São Paulo e Música – Ribeirão Preto. A lista de aprovados na primeira chamada será divulgada no dia 2 de fevereiro de 2018. O calendário completo está disponível neste link.

Professora alerta para apagão na formação de profissionais de ensino

O Brasil está vivendo um “apagão” grande e preocupante na formação de professores, e deve encontrar caminhos para estimular a formação desses profissionais. A avaliação é da diretora da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) Amábile Pacios. Segundo ela, a falta de professores para as matérias de exatas é o que mais preocupa.

O tema foi abordado durante audiência pública da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em São Paulo. “Temos que incentivar as instituições a continuar investindo nos cursos de licenciatura, apesar da baixíssima procura, e incentivar as universidades federais a continuar formando professores, e acima de tudo convocar a juventude para a profissão de ser professor. Em todos os aspectos, nenhum país pode ir para a frente se não tiver professor. A educação acontece diariamente, com o professor em sala de aula”, disse Amábile.

Fonte: EBCNa avaliação da professora, o desinteresse dos alunos na carreira decorre da desvalorização da profissão na sociedade. “Esse desprestígio da profissão por parte da sociedade e das famílias desestimula as pessoas a fazerem cursos de licenciatura”. Uma sugestão apresentada por ela é a de oferecer vantagens para entidades privadas que quiserem exercer o papel de formar professores no país, como a facilitação na avaliação de instituições que oferecerem cursos de licenciaturas. A proposta já foi apresentada ao Ministério da Educação.

Financiamento

Durante a audiência, o diretor Executivo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior de São Paulo (Semesp), Rodrigo Capelato, defendeu mudanças na forma de financiamento do ensino superior. A entidade apoia o modelo australiano, que leva em consideração o desempenho do estudante no mercado de trabalho depois da formação, ou seja, se houver frustração de renda, seja porque o indivíduo teve desempenho ruim no mercado de trabalho, ou porque ficou muito tempo desempregado, o valor de sua dívida é reduzido proporcionalmente.

Na avaliação de Capelato, o Brasil deve refletir sobre o modelo de financiamento para o ensino superior que deve ser adotado. “A primeira pergunta que termos que responder é: nós queremos uma universidade gratuita ou queremos financiamento para todos? No mundo, existem países que adotam a universidade gratuita, mas ela é para todos, ou ela é paga, mas há financiamento para todos. O Brasil não se posiciona nem de um lado nem de outro. Então, o gratuito muitas vezes é para uma pequena elite”, disse.

Capelato apresentou um estudo da entidade com novas propostas de diretrizes de políticas públicas para o ensino superior. “Nosso objetivo é estimular e dar início à discussão de uma nova proposta de desenvolvimento de uma política pública para o ensino superior de longo prazo. Que se mudem os governos, mas que a política pública continue visando dez, vinte anos”, disse.

Ensino básico deverá promover o desenvolvimento de habilidades socioemocionais

A elaboração da Base Nacional Curricular Comum do Ensino Infantil e Fundamental está em sua fase final. A terceira versão elaborada pelo Ministério da Educação (MEC) está sendo analisada pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que ainda poderá fazer modificações antes de devolvê-lo à pasta para a homologação. Ao fim desse processo, o documento será referência obrigatória no país para que as escolas desenvolvam seus projetos pedagógicos e elaborem currículos para o ensino infantil e fundamental.

Uma das diretrizes que as instituições deverão obervar será a promoção do desenvolvimento de habilidades socioemocionais. O tema esteve em discussão nessa quinta-feira (17), durante a terceira reunião ordinária de 2017 do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

A terceira versão da Base Nacional Curricular Comum do Ensino Infantil e Fundamental lista dez competências gerais que os estudantes terão que desenvolver. Elas não dizem respeito apenas a conhecimentos cognitivos, mas também ao que vem sendo chamado de habilidades socioemocionais. "Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, reconhecendo as emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas e com a pressão do grupo", registra uma delas.

Fonte: Elza Fiúza/Arquivo Agência BrasilO assunto foi abordado em palestra ministrada, durante a reunião do Consed, pela psicóloga Viviane Senna, presidente do Instituto Ayrton Senna. "Uma educação integral, como a base se propõe a oferecer, deve ir além das competências cognitivas clássicas. É preciso trazer uma nova fronteira que envolve outro grupo de habilidades que podem ser chamadas sociemocionais, não cognitivas, soft skills. Elas dizem respeito à capacidade de estar com outro, de respeitar diferenças, de ter autonomia, flexibilidade, criatividade, determinação, disciplina", diz.

De acordo com Viviane, o modelo de escola existente hoje foi concebido no fim do século 18, na época do Iluminismo e da Revolução Industrial, quando a grande lacuna na humanidade era a falta de conhecimento e de desenvolvimento de habilidades cognitivas clássicas, como ler, escrever, calcular. Mas, diante da realidade do mundo contemporâneo, esse modelo precisaria ser repensado.

"As pessoas precisam desenvolver habilidades para se relacionar consigo mesmo e com o outro. A evidência científica, baseada em indicadores como notas e desempenho, mostra que essas competências são tão importantes quanto as cognitivas para o sucesso escolar", diz Viviane. Segundo ela, a habilidade da determinação e da persistência pode fazer, por exemplo, com que o aprendizado de conteúdos de matemática evolua de forma mais rápida.

A psicóloga afirma ainda que também há evidências científicas, baseadas em indicadores como renda, saúde e bem-estar social, mostrando que as competências socioemocionais são até mais importantes que os conhecimentos cognitivas para o sucesso futuro da pessoa. O desenvolvimento de determinadas habilidades socioemocionais reduziria, por exemplo, as chances de depressão ou de envolvimento com drogas e comportamentos ilícitos.

"Para facilitar o entendimento, podemos exemplificar com aqueles meninos que os colegas classificam como nerds, que dão muito certo na escola, mas muitas vezes depois não conseguem emprego, não conseguem se relacionar e formar família. Pessoas muito capazes cognitivamente, mas pouco capazes socioemocionalmente, e isso traz consequências ao longo da vida", acrescenta.

Interdiciplinar

Promover essas habilidades, de acordo com Viviane Senna, não é algo a ser feito em uma disciplina isolada e sim no curso das atividades desenvolvidas pela escola. Seguindo as diretrizes da Base Nacional Curricular Comum do Ensino Infantil e Fundamental, o professor deverá avaliar e escolher a melhor forma de desenvolver esse trabalho.

"Imagine uma atividade que proponha uma intervenção sobre o meio-ambiente do bairro da escola. Os estudantes poderão trabalhar conceitos de biologia e química. Mas, ao mesmo tempo, precisarão fomentar relações em trabalhos de grupo, colaborar um com o outro, respeitar diferentes pontos de vista e aprender a acessar informações. Também deverão trabalhar habilidades voltadas para a autogestão, estabelecer metas, ter foco e persistência".

UERJ retira prova discursiva de língua portuguesa do vestibular de 2018

Por falta de recursos para pagar professores para corrigir provas, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) decidiu retirar a prova de língua portuguesa discursiva (em que é cobrada análise e interpretação de texto) do vestibular de 2018. A prova, que antes era feita por todos os candidatos, será aplicada apenas aos postulantes a vagas em alguns cursos, como direito, letras e comunicação.

Logo UERJO exame discursivo é a terceira etapa do vestibular da UERJ. Antes disso, os alunos passam por duas provas objetivas, com 60 questões cada, abrangendo todas as disciplinas. A aplicação da redação está mantida para todos os candidatos, e os alunos também farão provas discursivas de disciplinas específicas, de acordo com o curso escolhido.

A UERJ diz que o objetivo da mudança é de viabilizar o vestibular estadual de 2018 “nas condições adversas em que se encontram a nossa universidade e o estado do Rio de Janeiro”.

De acordo com o diretor de vestibular da UERJ, Gustavo Krause, a decisão de retirar o exame discursivo de língua portuguesa foi tomada para viabilizar o vestibular. “É uma medida emergencial. Há prejuízo para a avaliação sim, mas o prejuízo maior era não conseguir fazer o final do exame. Seria um desastre colossal”, disse à Agência Brasil.

Segundo Krause, a redução do número de alunos inscritos para fazer o vestibular neste ano fez cair os recursos arrecadados para custear o concurso. No ano passado, foram cerca de 80 mil alunos prestando o vestibular. Neste ano o número caiu para 33 mil.

A professora de língua portuguesa e produção textual Tatiana Câmara, que dá aula para alunos do 3º ano do ensino médio no Colégio Mopi, no Rio de Janeiro, considera que a decisão de retirar a prova do vestibular foi acertada, porque a UERJ não teria condições de manter as bancas examinadoras. Com essa decisão, segundo a professora, poderá ser mantido o modelo atual do vestibular com duas etapas. "O ideal, claro, é que todas elas [as provas] acontecessem, mas isso não sendo possível, acho que eles tomaram uma decisão sábia, de não tirar a redação. Essa sim, não poderia faltar", afirma.

E para ela, a mudança não vai reduzir a qualidade do vestibular. “É uma prova que compõe o todo e não chega a esse ponto de comprometer a qualidade do vestibular”, diz.

A aluna do 3º ano do ensino médio Mariana Novello já fez a primeira prova objetiva da UERJ, em julho, e vai fazer as próximas fases, em setembro e dezembro. Ela acha que a prova é importante para todos os cursos. “O português instrumental seria necessário para todos os cursos para mostrar que você sabe bem a língua”, diz. Por outro lado, ela avalia que, no seu caso, a retirada da prova discursiva de língua portuguesa será positiva porque, como vai prestar vestibular para biologia, terá mais tempo para se dedicar às matérias que têm mais peso na prova.

A UERJ informou que a leitura da obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, que estava prevista para ser avaliada na prova de língua portuguesa instrumental, será transferida para a prova de redação, que terá como tema uma questão polêmica levantada pelo livro. “A leitura do romance certamente ajudará o candidato a escrever a sua redação”, diz a UERJ.

Crise

Por causa da situação financeira da universidade, o início do ano letivo, que começaria no dia 1º de agosto foi adiado por tempo indeterminado. Segundo a reitoria da UERJ, o motivo do adiamento são as condições precárias de manutenção da universidade, com o não pagamento das empresas terceirizadas, contratadas por meio de licitação pública.

Mobilização em defesa da UERJ

Os professores da UERJ estão em greve desde o dia 1º, contra o atraso dos salários e das bolsas acadêmicas e as más condições de trabalho nas unidades e no hospital universitário.

Fonte: Agência Brasil

FIES mantém limite de R$ 5 mil por mês para financiamento estudantil

O governo decidiu manter o limite máximo de R$ 5 mil por mês por aluno, ou R$ 30 mil por semestre, para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A portaria com os valores para o segundo semestre deste ano foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União (DOU).

Logo FiesA redução no valor máximo do financiamento já tinha sido anunciada em fevereiro, e já foi aplicada no primeiro semestre deste ano. Para contratos formalizados até o ano passado, o teto do financiamento é de R$ 7 mil por mês ou R$ 42 mil por semestre. Cabe ao estudante arcar com a eventual diferença. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a redução no teto do financiamento torna o programa mais sustentável.

Para o segundo semestre deste ano, foram oferecidas 75 mil novas vagas para financiamento de mensalidades em universidades particulares, por meio do Fies. A partir de 2018, o programa irá garantir 310 mil vagas, das quais 100 mil a juro zero para estudantes com renda mensal familiar per capita de até três salários mínimos.

Fonte: Agência Brasil

Resultado do Fies 2017.2 já está disponível

A lista dos candidatos pré-selecionados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para o segundo semestre de 2017 há disponível na página do programa. Quem não foi pré-selecionado já pode fazer sua inscrição na lista de espera. No total, são oferecidas 75 mil novas vagas de financiamento para estudantes cursarem o ensino superior em instituições privadas.

Lista pré-selecionados do FIES 2017.2

Logo FIESQuem foi pré-selecionado deverá concluir a inscrição pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies) até o dia 7 de agosto. A convocação dos alunos que manifestarem interesse em participar da lista de espera acontecerá de 1º de agosto a 3 de setembro. Nesse caso, o estudante deverá concluir a inscrição no prazo de cinco dias úteis, a contar da divulgação de sua pré-seleção na página do programa.

As inscrições para o Fies terminaram na última sexta-feira (28) e puderam se inscrever os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010, com média das notas igual ou superior a 450 pontos e nota na redação superior a zero. O candidato também precisa ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos para receber o financiamento.

O período de inscrições para as vagas remanescentes começa em 11 de setembro. Os prazos variam de acordo com a condição do estudante.

Fonte: Agência Brasil

Estão abertas as inscrições para o Vestibular Unicamp 2018

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) abriu hoje, 31 de julho, as inscrições para o Vestibular Unicamp 2018. As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de agosto (às 23h59min), exclusivamente pela internet, em formulário disponível na página eletrônica da Comvest.

O Vestibular Unicamp 2018 oferece 3.340 vagas distribuídas em 70 cursos. A taxa de inscrição é de 165,00 reais e deverá ser paga até dia 1 de setembro. A primeira fase do vestibular será realizada no dia 19 de novembro e a segunda fase acontecerá nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2018. Antes da primeira fase, haverá provas de Habilidades Específicas para candidatos aos cursos de Música (no período de 11 a 18 de setembro – Etapa I e de 15 a 16 de outubro – Etapa II). Para os demais cursos que exigem provas específicas (Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança), as provas de Habilidades Específicas ocorrerão no período de 22 a 25 de janeiro de 2018.

Faça sua Inscrição para Fuvest 2018

Mudanças

Fachada UnicampA Unicamp voltará a aplicar as provas de seu vestibular em Belo Horizonte e Fortaleza. Desta maneira, fora do Estado de São Paulo, serão três capitais a receber as provas da Unicamp: Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza. A Unicamp realizou provas em Belo Horizonte do Vestibular 1988 até o Vestibular 2014. Já em Fortaleza, a Unicamp aplicou as provas do Vestibular 2005 ao de 2013. 

No Estado de São Paulo, a Unicamp vai aplicar as provas de seu vestibular em duas novas cidadesIndaiatuba e Valinhos. Assim, a partir deste ano serão 31 cidades no Estado: Araçatuba, Avaré, Bauru, Botucatu, Bragança Paulista, Campinas, Franca, Guaratinguetá, Guarulhos, Indaiatuba, Jundiaí, Limeira, Marília, Mogi das Cruzes, Mogi Guaçu, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Sumaré e Valinhos. 

Houve aumento de vagas no curso de Geologia. As vagas oferecidas passaram de 20 para 30.

Manual do Candidato 2018

Manual do Candidato e a Revista do Vestibulando estão disponíveis para consulta e impressão na página eletrônica da Comvest. O chamado Kit do Vestibulando traz todas as informações e orientações necessárias para os estudantes em relação ao processo de inscrição, às provas e demais etapas do vestibular.

Calendário Vestibular Unicamp 2018

Inscrições

31/7 a 31/8/2017

Pagamento da Taxa de Inscrição

Até 1/9/2017

Provas de Habilidades Específicas de Música

Etapa I – 11 a 18/9/2017Etapa II – 15 a 16/10/2017

1ª fase

19/11/2017

2ª fase

14, 15 e 16/1/2018

Provas de Habilidades Específicas

22 a 25/1/2018

Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial)

8/2/2018

Matrícula não presencial

9/2/2018