Algo Sobre Vestibular
Conteúdo para vestibular, enem e concurso.
Empatia e respeito à diversidade deverão estar na base curricular

Exercitar a empatia, o diálogo, a cooperação e o respeito deverá fazer parte do cotidiano das escolas. Além disso, os estudantes deverão acolher e valorizar a diversidade. Estas são algumas competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que deverão servir de orientação para todas as escolas públicas e particulares do país. O documento final da BNCC para o ensino infantil e fundamental é apresentado hoje (6) pelo Ministério da Educação (MEC).

Além de definir o que deve ser aprendido a cada ano, em cada área de conhecimento, a BNCC define dez competências gerais, que deverão ser desenvolvidas em todas as disciplinas ao longo da vida escolar do estudante. Entre essas competências, está a necessidade das escolas serem capazes de fazer os estudantes se conhecerem, apreciar-se e cuidar da sua saúde física e mental, reconhecendo suas emoções e dos outros. O objetivo é atingir a chamada formação humana integral.

"Não existe separação entre cognitiva, socioemocionais e comunicacionais. São [habilidades] gerais, não tem como separar uma da outra, a criança precisa aprender a ser solidária, respeitar o outro, ter responsabilidade, a saber conviver. Ela precisa aprender a ler e resolver problemas, a ser cidadã do mundo, a respeitar a diversidade e a se comunicar", diz a secretária Executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, que presidiu, nos últimos meses o comitê da pasta responsável pela finalização da BNCC. "Se não tem boa autoestima, não é estimulada, não é bem acolhida na escola, terá dificuldade em desenvolver o conhecimento", acrescenta.

Para Guiomar Namo de Mello, que integrou o grupo de conformação da BNCC e membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, a presença da chamada educação integral na Base “mostra que educação não é apenas ensinar conhecimentos, mas também ensinar atitudes, posturas e formas de relacionamento. Tem a ver com o que hoje se entende como habilidades socioemocionais, mas é algo muito antigo", diz.

Guiomar acrescenta, no entanto, que isso não significa que a escola passe a ser responsável por toda a formação emocional do estudante. "A escola sozinha nunca vai dar conta da formação emocional e social dos alunos, tem que dividir com a família, com a sociedade, com grupos de socialização. A escola tem missão de trabalhar e transmitir conhecimento, transmitir competências, se não faz isso, ninguém faz".

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Trump ordena que agência ambiental apague dados sobre aquecimento global

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou nessa quarta-feira (25) que a Agência de Proteção Ambiental remova de seu site todas as informações referentes ao aquecimento global.

Os funcionários da área de comunicação da agência foram instruídos a apagar a página referente a mudanças climáticas, que contém links para pesquisas científicas sobre o tema, além de dados detalhados sobre emissões de gases e a respeito do impacto da atividade humana no clima.

Donald Trump assinando

A determinação do recém-empossado presidente dos EUA é mais uma ação no sentido de reverter as iniciativas seu antecessor Barack Obama nesta questão.

"Anos de trabalho que fizemos sobre a mudança climática irão desaparecer", afirmou à Reuters um funcionário da agência que pediu para não ser identificado.

Declaradamente cético sobre os efeitos do aquecimento global, Trump nomeou o procurador-geral de Oklahoma Scott Pruitt, que possui 14 processos da Agência de Proteção Ambiental contra ele, como admnistrador da própria agência.

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A Psicologia em risco: Réquiem para Freud

“Depois de superar o imenso ódio e ambivalência [...],
o paciente aprende a linguagem do analista e pari passu introjeta a imagem idealizada do analista”
(Michael Balint).

A psicologia nunca teve identidade própria, sempre se pautou na sombra da medicina, no modelo médico para se fazer respeitada, não é à toa que, tenha tido ou não vestibular de medicina como opção, profissional de psicologia adora jaleco branco, parece suscitar um poder arquetípico de transformá-lo em autêntico agente da saúde. A psicologia tem uma tremenda dificuldade de se autocriticar - como se não tivesse furos ou se isso fosse depreciativo ao invés de melhorá-la - e de aceitar sua alma: a subjetividade, e à medida que procura se firmar com parâmetros objetivos, cada vez mais se distancia do delineamento do seu perfil de ciência da alma.

A psicologia sugere uma disposição, quase que inata, para acatar um segundo lugar em relação à poderosa medicina cujo status a faz uma auxiliar subalterna ou passiva. A psicologia ainda é discriminada por outras disciplinas, médicos que a toleram, geralmente são aqueles que têm esposa ou filha psicóloga etc.

As ciências sociais não são verdades absolutas, mas apenas descrições coerentes e verossimilhantes. A pesquisa em psicologia também assume a aura de certeza absoluta, como se não existisse uma tendência ou ideologia por trás da ciência, como se, pelo fato de ser científico, significasse imparcialidade e exatidão. A neutralidade axiológica é uma utopia, mas deve ser perseguida para não cair no abismo do achismo ou das pseudas hipóteses. A ciência, na verdade, é ideológica, machista e fálica.

Foto: shutterstockMas hoje, devido à necessidade de psicólogos lidarem com o palpável, sedentos em abraçá-lo como tábua de salvação para se mostrarem mais consistentes, assertivos, respeitados e legitimados na profissão, a psicologia corre o risco de desfigurar sua identidade ainda não tão bem definida. A psicologia navega a favor da corrente da subjetividade, essa é a sua praia, assim, ao invés de se amparar em outras ciências, devia explorar, aprofundar, tornar mais visível e compreensível à sua subjetivação. O tesão da psicologia está, exatamente, nessa coisa que se tenta e nunca se dar conta, e por isso mesmo sua eterna busca, não fecha, uma gestalt permanentemente aberta como uma análise interminável, diferente da medicina que explícita e encerra, com algumas exceções, seus conhecimentos em manuais.

Na realidade, todos nós, em níveis diferentes, somos, no mínimo, neuróticos (produtivos), não existe ninguém totalmente normal e feliz. A sociedade é uma construção em processo, confusa, inacabada, tóxica e neurotizante, sua prioridade é a produção em detrimento da qualidade de vida e da saúde mental. Portanto, a maioria das sociedades não consiste em nenhum modelo razoável de equilíbrio e sanidade.

Mas, para o senso comum psicólogo trata de louco, e o próprio é dito como louco, em vista disso, é que sabe cuidar do seu igual: o louco. Entretanto, a psicologia não tem um arsenal teórico que dê conta da loucura, apenas faz ranhuras nos paredões da insanidade, esbarra nessa impossibilidade e reafirma esse interdito diante da complexidade das doenças mentais que zombam da sua cara. A psicologia devia investir na loucura e, assim, confirmar sua circulante fama de que é uma especialidade de e para maluco. Seria um privilégio restituir o psicótico (improdutivo) à sociedade normótica, mas a função do psicólogo, em grande parte, se reduz em dá apoio a neuróticos descompensados, a ajudá-los a administrar ou a suportar sua angústia e sofrimento psíquico, nada de cura, essa pode ser uma consequência, nunca a causa do trabalho psicoterápico.

Se a psicologia não compreender e não valorizar o emocional, corre sério risco de não se repaginar. Embora os laboratórios farmacêuticos faturem horrores, não existe nenhum medicamento que dê conta das demandas emocionais, apenas engessam, camuflam, mas não transmuta o núcleo das perturbações, não resolvem, por vezes cria outro problema que é a dependência química.

Enfim, ao invés de mergulhar nas profundezas do universo subjetivo e sofisticar seu principal instrumento de trabalho que é a subjetividade, a psicologia anda doida para se ancorar em ferramentas na perspectiva das exatas. Não dá mais para acreditar na imortalidade freudiana, quase não se ouve mais dizer que Freud explica! Certamente Freud explica essa busca da psicologia por parâmetros concretos, e como explica!!!.

Unicamp divulga lista de aprovados para a segunda fase do Vestibular 2017

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) está divulgando a lista dos candidatos aprovados na primeira fase do Vestibular Unicamp 2017, juntamente com os locais de prova da segunda fase. A lista está disponível na página da Comvest na internet (www.comvest.unicamp.br). Os locais de prova são informados individualmente, no momento da consulta à lista de aprovados, através do número de inscrição ou nome do candidato. 15.390 candidatos estão aprovados para a segunda fase. Este ano, 67.143 candidatos fizeram a prova da primeira fase, realizada em 20 de novembro. São oferecidas 3.330 vagas em 70 cursos de graduação da Unicamp. A Comvest também está disponibilizando as notas de corte por curso e a tabela com a relação candidatos-vaga para a segunda fase. As notas obtidas pelos candidatos na primeira fase estarão à disposição na internet, a partir do dia 21 de dezembro de 2016.

Confira a lista de aprovados na 1ª fase

Locais de prova

A Comvest ressalta que os candidatos devem ficar atentos aos locais das provas que estão sendo divulgados, já que eles não serão necessariamente os mesmos onde o candidato realizou a primeira fase. Além dos locais, também há mudança de cidade conforme indicado na tabela abaixo: 

CIDADES

Escolhida para a 1ª fase

Realização da prova da 2ª fase

Araçatuba

Presidente Prudente

Avaré

Bauru

Botucatu

Bauru

Bragança Paulista

Campinas

Franca

Ribeirão Preto

Guaratinguetá

São José dos Campos

Marília

Bauru

Mogi das Cruzes

Guarulhos

Osasco

São Paulo

São Bernardo do Campo

Santo André

São João da Boa Vista

Mogi Guaçu

Sumaré

Campinas

Consulta aprovados/locais por NOME

(Consulta por parte inicial do nome - Digite maior cadeia possível. Ignore acentuação)

Digite o nome ou parte inicial do nome: 


Segunda fase

Todos os candidatos aprovados devem fazer todas as provas da segunda fase, independentemente do curso escolhido. A segunda fase será realizada em três dias consecutivos: 15, 16 e 17 de janeiro de 2017. A segunda fase é constituída de provas idênticas para todos os candidatos, com questões dissertativas. Cada uma das provas é composta de seis questões, com exceção da Redação. As provas têm a seguinte distribuição:

Cidades

A Unicamp vai aplicar a prova da segunda fase do Vestibular 2017 nas seguintes cidades: Bauru, Brasília, Campinas, Guarulhos, Jundiaí, Limeira, Mogi Guaçu, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

Próximas datas

As Provas de Habilidades Específicas para os cursos de Arquitetura e Urbanismo, Artes Cênicas, Artes Visuais e Dança, serão feitas entre 23 e 26 de janeiro de 2017, em Campinas. A primeira chamada será divulgada dia 13 de fevereiro e os convocados nesta chamada deverão efetivar a matrícula não presencial (pela internet) nos dia 14 ou 15 de fevereiro, exclusivamente na página eletrônica da Comvest, em formulário específico.

Calendário Vestibular Unicamp 2017

Inscrições

8/8 a 1/9/2016

Provas de Habilidades Específicas de Música

Etapa II – 9 a 10/10/2016

Divulgação dos locais de prova da 1ª fase

27/10/2016

1ª fase

20/11/2016

Divulgação dos aprovados na 1ª fase e locais da 2ª fase

13/12/2016

Divulgação das notas da 1ª fase

21/12/2016

2ª fase

15, 16 e 17/1/2017

Provas de Habilidades Específicas

23 a 26/1/2017

Divulgação da 1ª chamada (para matrícula não presencial)

13/2/2017

Matrícula não presencial

14 e 15/2/2017

A Depressão é uma covardia moral

“Em cada época, é preciso arrancar a tradição ao conformismo, que quer apoderar-se dela”(Walter Benjamin).

Para Lacan, a depressão é uma covardia moral (2003), essa afirmativa, a priori, parece muito forte, na verdade é uma dificuldade do indivíduo em lidar com as expectativas internas e do entorno que termina ocasionando, “não se baseia em motivações inconscientes, ou em fatores estritamente biológicos, mas sim na forma como se estrutura a experiência” (Beck apud Afonso, 2015, p. 99). A depressão é considerada a doença do nosso tempo, a sociedade se constitui como depressiva (Roudinesco, 2000, Dahlke, 2009). A depressão é um quadro mais próximo das neuroses do que das psicoses (Kehl, 2009), ocupará nos países industrializados, até 2020, a segunda causa de morbidade, perdendo apenas para doenças cardíacas. A depressão, sem dúvida, é um estado emocional oportunista para várias doenças, porém, mais do que doença a depressão sugere ser um sintoma. O contexto social favorece a depressão, mas não pode ser responsabilizado totalmente, é perigoso, como mais se ver nos dias de hoje, psicólogo isentar o sujeito da responsabilidade pela sua depressão, jogando toda culpa no sistema.

DepressivoPara Dahlke (2009), é um absurdo estabelecer distinção entre depressão endógena, originada por fatores internos, e depressão reativa, originada por fatores externos. Atribuir 50% dos casos de depressão a um vírus, como insiste um grupo de cientistas alemães (Dahlke, 2009), é uma insanidade. Na condição de epidemia a depressão pode, indiscriminadamente, afetar todo mundo, assim, como psicólogo é gente, não seria questionável ser uma das suas vítimas. Porém, a depressão tem base e estrutura emocional, psicólogo com depressão, equivale à nutricionista obeso, suscita uma escancarada contradição. O psicólogo deve compreender os mecanismos que fomentam a depressão para não ser absorvido por ela, tem que se autoconhecer, do contrário, para que lhe serve o curso de psicologia, e como se atreve a terapeutizar!? Por trás da depressão há uma grave recusa de viver a própria vida, a pessoa fica surda diante do chamando e do desafio, a depressão acontece a partir dessa recusa. A sensação de vazio interior mostra que se perdeu de vista o conteúdo de suas vivências, deixou de fluir, seu fluxo vital estagnou. A depressão é um recurso usado para escapar do monopólio social da globalização, no qual todos desejam ter dinheiro, poder, beleza e sucesso (Dahlke, 2009).

Na ótica de Alexander Lowen o depressivo perdeu a fé, não acredita mais de que seja capaz. Enfim, seu fracasso pode até não ser total, mas generaliza, e descamba na depressão. Certamente, “as pessoas que tem um coração receptivo e aberto para o amor quase nunca são afetadas por surtos depressivos [...]. Aquele que ama entra em ressonância consigo mesmo e com a vida” (Dahlke, 2009, p.337). A depressão é uma falta de habilidade para negociar as exigências externas com as exigências internalizadas como próprias. O sujeito depressivo foi eclipsado pela demanda do social, não consegue identificar seus reais desejos e necessidades. Talvez aí esteja a covardia a que se refere Lacan, ou seja, de não se opor, de não conseguir dizer não para demandas que não são necessariamente suas. O depressivo é o sujeito altamente seduzido pelo canto social que, em vista disso, perdeu o rumo do seu barco. Muitos insistem em ceder o lugar do amor para o Ecstasy e Prozac (Dahlke, 2009). A depressão tentar tamponar a falta de amor, e se consome, entra num processo de ostracismo ou de busca inconsciente de voltar ao útero onde, sem esforço algum, todas as suas necessidades eram atendidas. Lacan diz que na paixão se tenta resgatar o paraíso perdido (útero), diria que na depressão o indivíduo busca no “útero” a hibernação dos lutos mal resolvidos das perdas reais e/ou imaginárias. Paracelso (apud Dahlke, 2009, p.338), tinha razão:

“o melhor remédio para o ser humano é o próprio ser humano. E o amor é o remédio de potência mais alta”.

Referências

Afonso, P. Quando a mente adoece: uma introdução à psiquiatria e á saúde mental. Cascais-PT: Princípia, 2015.
Dahlke, R. Depressão: caminhos de superação da noite escura da alma. São Paulo: Cultrix, 2009.
Lacan, J. “Televisão”. In: Outros Escritos, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
Lowen, A. O corpo em depressão: as bases biológicas da fé e da realidade. São Paulo: Summus, 1983.
Kehl, M, R. O tempo e o cão: a atualidade das depressões. São Paulo: Boitempo, 2009.
Roudinesco, E. Por que a psicanálise? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2000.

Esquizoidia, sociopatia e virtualidade no mundo globalizado

“A formiga é um pequeno animal bastante sábio no que se refere aos seus interesses, mas nem por isso deixa de ser uma praga para os jardins e as hortas. Igualmente, o homem que ama a si mesmo excessivamente é uma autêntica calamidade pública” (FRANCIS BACON).

O mundo globalizado estende-se entre a esquizoidia e a psicopatia, as neurose e depressão são os espinhos que dão arremate à sua coroação psicopatológica. A neurose predominou na primeira metade do século XX, e o mundo de então se fundava como neurótico e ninguém escapava, todos, de modos e níveis diferentes, eram neuróticos. Uns conseguiam conviver com sua neurose e outros, um pouco mais descompensados, precisavam de ajuda psicológica. Sigmund Freud, apesar de extremante ambicioso no seu projeto de formalizar e expandir a psicanálise como disciplina com um status ainda inexistente, de pastor de almas secular que não teria necessidade de ser médico nem padre (ROUDINESCO, 2005), entretanto, foi bastante modesto no seu objetivo clínico, não tinha pretensão da cura, mas apenas de tornar a neurose administrável.

Atualmente a Depressão tomou corpo, ficou tão obesa de tal forma que Roudinesco (2000, p.41) considera a “sociedade liberal depressiva”. Decerto, “a fragmentação e o isolamento estão na base e continuam sendo os irmãos gêmeos da globalização que se encontra no topo (BAUMAN, 1999), amplamente disseminados por todo tecido social, por conseguinte, se tornam Normoses, ou seja, patologias que, devido à sua alta frequência no cotidiano, se normalizam. Do ponto de vista sistêmico, fala-se em normose quando o que prevalece é o desamor, a falta de escuta, de visão, a injustiça e a corrupção generalizada (CREMA, 2003).

Homem solitário sentado num bancoA atitude “blasé” tipifica a sociedade moderna numa mescla de reserva, frieza e indiferença, sua essência consiste no embotamento da capacidade de discriminação (ILLOUZ, 2011; SIMMEL apud BAUMAN e MAURO, 2016). Para La Rochefoucauld (apud TODOROV, 2014, p.59), “o ser humano é egoísta e solitário...”. O lado egoísta do humano é, sem dúvida, indiscutível, mas a condição de solitário é questionável, uma vez que o tem na conta de gregário. Porém, o contato tête à tête praticamente foi banido do contexto urbano, parece que a realidade se tornou insuportável, e o outro numa constante ameaça ou perigo em potencial (O homem é o lobo do homem - Thomas Hobbes). Para Rousseau (apud TODOROV, 2014, p.33), “o Selvagem vive em si mesmo, o homem sociável [...] sempre vive fora de si, não sabe viver senão segundo a opinião dos outros e é, por assim dizer, apenas do julgamento destes que ele concebe o sentimento de sua própria existência”. Em virtude disso, se instala uma ambivalência, o homem, pelo menos no mundo ocidental, é muito exteriorizado, tem dificuldade de lidar com a solidão e de introspectar, teme e precisa ao mesmo tempo desse Outro como parâmetro. Assim, o encontro se torna improvável, cria-se anteparos, vias de escapes ou fugas para suportar uma convivência, cujas semelhanças e proximidades são sempre assustadoramente negadas. Certamente, isso predispõe a todos aos mais diversos tipos de mal-estares, doenças psicológicas ou psicossomáticas.

Assim, a intenção de um encontro intimista frustra as expectativas porque “´a natureza do homem` é interiormente tão doente ou tão destrutiva que, quando as pessoas se revelarem umas às outras, aquilo que mostram são todos os pequenos horrores privados que em formas menos intensas de experiências são escondidos cuidadosamente” (SENNETT, 2014, p.485). Contrariando o poeta Caetano Veloso, não é que de perto, ninguém seja normal, mas, corroborando com Friedrich W. Nietzsche, humano, demasiadamente humano. O constante embate do indivíduo com o social para legitimar sua singularidade, em determinado momento histórico pode acentuar uma latência mental pouco consistente e estável. Assim, resta o cuidado para que o nível tóxico da sociedade não extrapole os limites, não perca o controle ou expanda o limiar de tolerância às normoses.

Os dados sobre a sanidade mental do mundo é alarmante: “nos Estados Unidos, mais de ¼ da população sofre de doenças mentais; no Japão, cerca de 7%” (BAUMAN, 2013a, p.53-4), e “um quarto da população da UE sofre de doenças mentais que exigem tratamento, enquanto 8% desse segmento (ou 20% da população total) são vítimas de depressão” (DAHLKE, 2009, p.165). Estima-se que 20% da população em idade ativa a qualquer momento de sua vida terá algum tipo de doença mental. Owen e Davidson (apud AFONSO, 2015) defendem a existência de uma doença psiquiátrica originada pelo exercício do poder, a “síndrome da presunção” (Hubris Syndrome), que comporta elementos do narcisismo e da psicopatia. Essa síndrome já não seria epidêmica, uma vez que é instigado o imperativo de que “a chave do sucesso é ´ser você mesmo`”(BAUMAN, 2010, p.53)?.

A depressão que é um quadro mais próximo das neuroses do que das psicoses (KEHL, 2009), ocupará nos países industrializados, até 2020, a segunda causa de morbidade, perdendo apenas para doenças cardíacas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que 20% das mulheres e 10% dos homens já sofreram pelos menos um surto depressivo (DAHLKE, 2009; MARTINEZ apud KEHL, 2009; APPIGNANESI apud BAUMAN, 2011a). Para Badiou (2012), a neurose é um tédio! Já a loucura perturba desde as suas origens. Esse autor se pergunta: o que vem a ser essa forma violenta de engolfamento do sujeito?.

O mundo pós-moderno favorece essa divisão, não é à toa a debandada para Internet, a porta virtual por meio da qual se tem a certeza de escapar de um cotidiano pouco ou nada interessante. Talvez seu atrativo esteja no fato de que nesse espaço todos se encontram devido à certeza de que não estão nesse “lugar”. Excessos de falas e imagens, comunicações que não dizem nada, um dissimulador para solidão de que estão conectados. A internet é o espaço do vazio e da exposição que contempla o exercício dessa fragmentação que, por ser uma demanda coletiva, o indivíduo não se sente “anormal”, do contrário, assume a aura de moderno e a sensação de pertencer a uma tribo global (SILVA, 2010). Enfim, as comunidades virtuais podem ser engraçadas, mas criam apenas uma ilusão de intimidade e um simulacro de comunidade (HANDY apud BAUMAN, 2005).

Na verdade, “ninguém mais sabe falar com ninguém” (ZUKIN apud BAUMAN, 2001, p.124), e a Internet alimenta o pensamento rápido que fornece a “fast food” intelectual (BOURDIEU, 1997). Assim, “os adultos se baseiam exclusivamente na razão instrumental e não têm mais a capacidade de pensar criticamente”(MAZZEO, 2013, p.26), a civilização parou de se questionar (CASTORIADIS apud BAUMAN, 2000). Logo, surfar supera amplamente os conceitos cada vez mais obsoletos de indagar e aprofundar (BAUMAN, 2010). Em vista disso, os adolescentes estão perdendo importantes sinais sociais porque estão o tempo todo muito concentrados em seus iPods, celulares e videogames, e continuam na sala de aula, não conseguem cumprimentar nem estabelecer contato visual (BALDO apud BAUMAN, 2010).

O tempo médio de uso da internet é de 4 a 10 horas durante a semana, e aumenta para 10 a 14 horas nos finais de semana (YOUNG e RODGERS apud ABREU et al., 2008), “muitos estudantes universitários admitem ser ´viciados` no Facebook e deixam a página permanentemente aberta em seus computadores”(SONG apud BAUMAN, 2011a, p. 69). Sem dúvida, o virtual é uma dimensão muito importante da realidade, e suscita fascínio (LÉVY, 2005), que, por sua vez, causa dependência, absorve o tempo real e atravessa as interações sociais. Haverá uma saturação da “navegação” virtual ou a indústria cuidará de emitir novidades para manter populações cativas? Mas, as inovações tecnológicas, em especial as ligadas à informativa, não podem ser julgadas positivas ou negativas, tudo vai depender da forma como for sua articulação como agenciamentos coletivos de enunciação (GUATTARI, 2000).

Paradoxalmente, um indivíduo humano não é mais capaz de moldar a si mesmo, agora é moldado pela globalização e suas forças anônimas (DONSKIS, 2014). Num contexto marcado pelo anonimato e esquizoidia social, a busca do virtual pulsa como uma necessidade de não se reduzir ao “mínimo eu” (LASCH, 1987), de não desaparecer neste deserto afetivo, assim, se expõe a todo e qualquer custo “na vitrine do mundo do espetáculo” (DEBORD, 1997), no qual se prefere a imagem à coisa, a cópia ao original, a representação à realidade, a aparência ao ser (FEUERBACH apud DEBORD, 1997). Segundo Bauman (2014, p.71), “vivemos numa sociedade confessional, promovendo a autoexposição pública ao posto de principal e mais disponível das provas de existência social, assim como a mais possante e a única eficiente”. Ainda para esse autor, “milhões de usuários do Facebook competem para revelar e tornar públicos os aspectos mais íntimos e inacessíveis de sua identidade, conexões sociais, pensamentos, sentimentos e atividades” (p.71).

Nessa perspectiva, Tellier (apud BAUMAN, 2012, p. 45) diz: “Tenho um Facebook móvel: centenas de amigos que não conheço me conectam para contar coisas que não me interessam, as quais fazem em suas vidas, a respeito das quais nada sei”. Trata-se do “homem efêmero” que, com orgulho, a todo instante posta no Face sua efemeridade, ao estilo: Acordei! Como se a humanidade visse nesse acordar um fato relevante. Porque viver hoje é ser visto. Se eu não fotografar o que eu como, se não falar onde eu fui, se eu não tirar fotos, se eu não fizer tudo isso não fui, ver é viver (KARMAL, 2015). Numa compreensão mais psicológica denominaria esse fenômeno de “Síndrome de Celebridade”.

Na visão de Melucci (apud BAUMAN, 2014, p. 54), “somos atormentados pela fragilidade da condição presente, que exige um alicerce sólido onde não existe nenhum esteio”, ou seja, no Unsicherheit - incerteza, insegurança e falta de garantia (BAUMAN, 2000). Porém, a internet não nos rouba a humanidade, é um reflexo dela, não entra em nós, mostra o que ela contém (ROSE apud BAUMAN, 2013b), isto é, de que “nenhuma vitória sobre a desumanidade parece ter tornado o mundo mais seguro para a humanidade” (BAUMAN, 2011b, p.247). O contexto atual precipita ao hedonismo para tamponar a angústia do existir por meio do consumo, do sexo promíscuo, da pornografia, das drogas lícitas e não autorizadas, do mergulho no mundo virtual. Assim, se constata que “a sociedade contemporânea está repleta de substitutos do gozo. Os pequenos pedaços de gozo dão o tom de um estilo de vida e de um modo de gozar” (MILLER apud ŽIŽEK, 2013, p.85).

A partir da indiferença do social se instituiu o imperativo do EU, acima de tudo, narcísico e autossuficiente. Todavia, esse amor não é um amor do self (a si mesmo), pois, com a fachada a pessoa rejeitou o verdadeiro self como inaceitável (LOWEN, 1993). Para Bauman (2015, p.58), as “bugigangas eletrônicas não se limitaram a fornecer amor. Elas são projetadas para serem amadas, da mesma maneira como isso é proposto a todos os demais objetos de amor...”. Esse autor acrescenta que “à diferença do caso das bugigangas eletrônicas, contudo, o amor de um ser humano por um ser humano significa compromisso, aceitação de riscos, presteza para o autossacrifício...”(p.58). Esse fetiche tecnológico “é político”, o contraditório é que a tecnologia que age em nosso lugar nos habilita a permanecer politicamente passivos. Não temos de assumir a responsabilidade política, porque faz isso por nós (DEAN apud BAUMAN, 2014).

Na concepção de Winnicott (1988), o falso self resulta da sensação de irrealidade e sentimento de futilidade, quando bem sucedido oculta o self verdadeiro. Assim, devido a essa condição social movediça, se lança um olhar e sentimentos de desconfiança e de estrangeiramento (outsider) sobre entorno. Por conseguinte, cria-se uma blindagem emocional para lidar e se defender do Outro ameaçador, perigoso, tornando mais latente ou camuflado o self verdadeiro voltado para as expressões autênticas.

Haja vista a pressão para provar que existe e de pensar só em si mesmo, por vezes, se negligencia os valores éticos ou os invertem num cinismo em que “ser é ser visto na TV” (BERKELEY apud BAUMAN, 2000, p.110), em qualquer telinha, mas visando um circuito mais amplo de divulgação. Afinal, celebridade é alguém conhecido por sua característica de ser muito conhecido (BOORSTIN apud BAUMAN, 2007). Mas, uma pessoa má não é egoísta, pois, “um verdadeiro egoísta passa tempo demais cuidando de seu próprio bem para ter tempo pra causar o infortúnio de outros” (ŽIŽEK 2014, p.81). Porém, “o autoconhecimento sem participação do outro produz monstros da razão e da imaginação. Conhecer o outro ao mesmo tempo em que se tenta manter-se desconhecido e invisível destrói a solidariedade humana” (DONSKIS, 2014, p.254). Enfim, “perder o outro em si é esvaziar nosso mundo interno e se submeter ao imediato” (CYRULNIK, 2009, p.125).

Esse investimento maciço no Eu, desenvolve uma sociedade de bárbaros, que são aqueles que negam a plena humanidade dos outros, comportam-se como se os outros não fossem inteiramente humanos (TODOROV 2010). Em razão disso, “o bárbaro não está mais às portas, ultrapassou os muros, está em cada um de nós” (MAFFES0LI, 2008, p.11), “não há dúvida de que cada um de nós é capaz, potencialmente, de se tornar um monstro (LEVI apud BAUMAN, 2008, p.90), “todas as experiências nos provam que ninguém está definitivamente civilizado: um pequeno-burguês pacífico pode torna-se, em certas condições, um S.S. ou um carrasco...” (MORIN, 2011, p.112). Contudo, “sempre é possível escolher ser humano, sempre é possível escolher ser moral. Nessa escolha está nossa dignidade humana” (BAUMAN, 2011c, p.21).

Para Guattari (2000, p.100), “a psicose habita assim não apenas a neurose e a perversão mas também todas as formas de normalidade”, “em certo nível mais elementar, somos todos psicóticos” (LACAN apud ŽIŽEK, 2016, p.11). Mas o psicótico não está inserido no processo produtivo, ignora o mundo capitalista por ter encontrado o seu próprio universo ricamente habitado por seus delírios, alucinações e fantasias, e o vivencia como real. Diferente do neurótico não tem nenhum compromisso de corresponder a qualquer demanda social. É o neurótico que sustenta o sistema produtivo, obedece e sofre para atender às normas estabelecidas. Todavia, um louco, por mais louco que seja, sabe que se pular do quinto andar, estará morto. A realidade da qual não quer saber nada, é a realidade social, as relações de filiação, relação aos objetos de desejo (CASTORIADIS, 1999).

Na modernidade, “o mal não precisa mais de pessoas más. As pessoas racionais, homens e mulheres bem afixados na rede impessoal, adiaforizada, da organização moderna, podem fazê-lo perfeitamente” (BAUMAN, 2011b, p.266). Entretanto, na prática, devemos agir como humanista, respeitando e tratando os outros como pessoas livres e plenas de dignidade. Mas, uma ética não teme levar em conta a monstruosidade latente do ser humano, a sua dimensão diabólica que, por vezes, explode em fenômenos violentamente extravagantes (ŽIŽEK, 2011).

O contexto pós-moderno fomenta o caráter sociopático, tomado pelo desejo fixo, compulsivo e, por vezes, até megalomaníaco, de sucesso. Para isso, o sujeito da sociopatia usa da sedução pessoal, e é capaz de pulverizar ou esmagar sem escrúpulo todo e qualquer estímulo que se interponha à plenitude dos seus desejos. Sua tirania é o senhor absoluto da manipulação, cuja empatia pelo outro serve apenas para retirar o que lhe gratifica, bens materiais e poder estão no pódio da sua razão de viver/vencer.

A Europa e os Estados Unidos gastam US$ 17 bilhões por ano com comida para animais, segundo especialistas, 19 seriam suficientes para matar a fome da população mundial (BAUMAN, 2013a). Isso é sintomático, outra fuga, compensação ou desvio de afeto dedicado a animal, porque seu retorno é garantido, enquanto que, o humano, pelas dificuldades e incertezas que lhe são inerentes, passa a ser preterido. Mas o que fazer neste mundo dividido entre esquizóides e sociopatas? De certo, “a humanidade ainda é imatura e bárbara, ela ainda não alcançou a sabedoria plena”(ŽIŽEK, 2013, p.99), “não, percebemos que nunca entramos na era moderna”(LATOUR, 2005, p.51). Graham e Marvin (apud BAUMAN, 2009), destacam que pessoas fisicamente vizinhas, mas social e economicamente estão muitos distantes.

Para Butler (apud SAFATLE, 2015, p.75) “somos movidos por aquilo que está fora de nós, por outros, mas também por algo ´fora` que reside em nós”. Ou seja, tem-se a ilusão de que com essa divisão que se materializa em murros altos, cerca elétrica e circuito interno de tv estão protegidos, mas isso nem sempre impede de que ambos afetem e sejam afetados. Em meados da década de 90, ridicularizando a lealdade e as estruturas que não mais são capazes de conter as diversidades, circulou um cartaz em Berlim que dizia: “Seu Cristo é judeu. Seu carro é japonês. Sua pizza é italiana. Sua democracia, grega. Seu café, brasileiro. Seu feriado, turco. Seus algarismos, arábicos. Suas letras, latinas. Só o seu vizinho é estrangeiro” (MAMZER apud BAUMAN, 2005, p.33).

Finalmente, “quando a solidariedade é substituída pela competição, os indivíduos se sentem abandonados a si mesmos, entregues a seus próprios recursos - escassos e claramente inadequados” (BAUMAN, 2009, p.21). Para La Rochefoucauld (apud TODOROV, 2014), é preciso encorajar o ser humano a se tornar social e generoso. O senso de solidariedade humana é produto da socialização, criada pela reflexão e aumento da sensibilidade a dor e a humilhação aos tipos pouco familiares. Pois, fazemos esforços intermináveis para ajudar um amigo e somos inteiramente alheios ao sofrimento maior de quem não conhecemos (RORTY, 2007).

Desenvolver a solidariedade é, além da disponibilidade humana para com o Outro, um ato de inteligência para o equilíbrio do planeta. Um olhar “mata pela despreocupação” ou, de forma mais eficaz, “mata pela indiferença” (LEVI apud BAUMAN, 2012, p.106). Mas, civilizado, segundo Todorov (2010, p.32), “é quem sabe reconhecer plenamente a humanidade dos outros”.

Referências

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Fuvest libera lista de endereços para provas do vestibular 2017

Já está disponível no site da Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) a lista de endereços dos testes da primeira fase do vestibular da Universidade de São Paulo (USP) e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Mais de 130 mil estudantes devem fazer as provas, no próximo domingo (27).

As provas vão ocorrer em 104 escolas, sendo 56 na região metropolitana e 48 no interior paulista. Os portões serão abertos às 12h30min e a Fuvest, coordenadora do concurso, recomenda ao candidato ir um dia antes ao local indicado para conhecer onde fará o exame. O candidato terá que calcular bem o tempo que irá levar para chegar ao local da prova, porque o início do exame será às 13h e “não serão admitidos retardatários”, alertou a fundação. O vestibulando só poderá deixar o local a partir das 16h.

Consulte seu local de prova

Fachada da USPO número total de candidatos neste ano diminuiu em relação ao vestibular do ano passado, atingindo 136.736 concorrentes ante 142.721. Eles vão disputar 8.854 vagas e a maioria das vagas (8.734) é de cursos da USP e 120 delas é do curso de medicina da Santa Casa. Entre os candidatos, 12.750 são treineiros, que são aqueles que fazem o vestibular apenas como  autoavaliação.

De acordo com as regras do concurso, o vestibulando tem de apresentar um documento original de identidade com foto e deve levar caneta esferográfica com tinta azul ou preta. Está liberado o uso de borracha e de lápis, mas, neste caso, apenas para rascunho. Será permitido também o consumo de água e alimentos leves durante o exame.

Já aparelhos celulares ou qualquer outro tipo de equipamento eletrônico ou de telecomunicação, nas dependências do prédio, estão proibidos, bem como o uso de relógios. Os concorrentes serão informados sobre o tempo que resta para finalizar a prova.

Nessa primeira fase, os vestibulandos terão que resolver, no prazo de cinco horas, 90 questões do tipo teste de múltipla escolha sobre as diversas áreas do conhecimento em torno das disciplinas do núcleo comum obrigatório do Ensino Médio. As questões englobam o Português, Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia e Inglês. O gabarito da prova será divulgado por volta das 19h30 e o resultado sairá no dia 19 de dezembro.

As provas da segunda fase estão marcadas para os dias 8, 9 e 10 de janeiro de 2017.

Gabarito oficial do Enem 2016 já está disponível

O gabarito do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi disponibilizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta (09/11). O exame foi aplicado no último fim de semana (5 e 6) para mais de 5,8 milhões de estudantes.

Os gabaritos dos diferentes modelos de exame podem ser conferidos na internet, na página do Enem ou diretamento nos links abaixo. Os resultados individuais serão divulgados apenas no dia 19 de janeiro, quando todos os participantes, inclusive aqueles que tiveram as provas adiadas para os dias 3 e 4 de dezembro, saberão exatamente quanto tiraram em cada uma das provas.

Primeiro Dia

Segundo Dia

Confira o comentários das questões do Enem 2016

Teoria da Resposta ao Item

Ilustração de um GabaritoMesmo com o gabarito em mãos, os candidatos não conseguirão saber a nota que tiraram porque o sistema de correção do Enem usa a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), que não estabelece previamente um valor fixo para cada questão. O valor varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item. Assim, se a questão tiver grande número de acertos será considerada fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. O estudante que acertar um item com alto índice de erros, por exemplo, ganhará mais pontos por ele. Dessa forma, o candidato só saberá a sua nota nas provas objetivas após a divulgação do resultado final, em janeiro.

As notas da prova podem ser usadas para pleitear vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para pedir bolsas no ensino superior privado pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para participar do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Além disso, os candidatos com mais de 18 anos podem usar o Enem para receber a certificação do ensino médio.

TRI - Por que questões do Enem têm pesos diferentes?

Universidades portuguesas apostam na internacionalização e aceitam nota do Enem

Já são 18 as universidades portuguesas que aceitam as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de seleção de estudantes brasileiros para graduação. A Universidade do Minho (UMinho), com 19 mil alunos nas cidades de Braga e Guimarães, é uma das principais instituições de ensino superior de Portugal e recebe atualmente cerca de 500 estudantes brasileiros.

De acordo com Carla Martins, pró-reitora de Internacionalização da UMinho, o intercâmbio é importante e beneficia alunos, docentes, pesquisadores e até os moradores das cidades de Braga e Guimarães.

“Os estudantes brasileiros, ao vir para a Universidade do Minho, têm a oportunidade de estudar em um país que não é o seu de origem, e isso traz todas as vantagens de eles terem uma experiência de internacionalização no currículo. Há vários anos que apostamos na internacionalização, porque achamos que é muito importante para uma universidade ter no seu campi alunos de várias nacionalidades. Neste momento, temos cerca de alunos de 80 nacionalidades, o que faz com que este seja um ambiente muito cosmopolita, multicultural”, afirmou Carla, em entrevista à Agência Brasil.

Bandeira de PortugalAs notas do Enem servem, em Portugal, para classificar os alunos brasileiros para concorrer às vagas destinadas aos estudantes internacionais. Na Universidade do Minho, por exemplo, as vagas para estrangeiros na graduação correspondem a 20% do total. A pró-reitora explica que, no sistema português, há um conjunto de provas específicas que os alunos têm que prestar e as notas do Enem substituem as desses exames.

“Por exemplo, se ele quer engenharia, tem que fazer o exame de matemática, física e química. No caso dos alunos brasileiros, como o Enem tem várias provas, o que acontece é que nós aproveitamos as provas que eles fizeram e damos ponderações diferentes para cada uma das dimensões da prova”, afirma Carla. Dessa forma, as provas feitas no Brasil são utilizadas, com parâmetros de ponderação, para efeitos de cálculo na nota da candidatura dos brasileiros para ingressar nas universidades portuguesas.

“Os estudantes brasileiros vão entrar no âmbito do Estatuto do Estudante Internacional, para o qual há vagas específicas. Eles não competem com alunos nacionais, competem com alunos de outras nacionalidades. Ao aceitar a nota do Enem, significa que os estudantes brasileiros, a partir do momento em que fazem a prova no Brasil, estão em condições de concorrer aos cursos da Universidade do Minho”, explica Carla Martins.

Desempenho acadêmico

Segundo a pró-reitora, a experiência com os alunos brasileiros, que são a maior comunidade de estrangeiros na UMinho, tem sido muito boa. Ela afirma que a adaptação dos estudantes à universidade e às cidades é muito rápida. “Eu acho que a língua é um fator que facilita. Isso faz que com os alunos cheguem e se sintam um bocadinho em casa. Quando comparamos o desempenho dos nacionais com o dos brasileiros, não vemos nada de diferente. Claro que temos muito bons alunos, alunos bons, médios... mas, em geral, estou convencida de que, se estivessem numa universidade brasileira, seu desempenho seria semelhante. São ótimas notícias”.

Saiba quais são as instituições de ensino superior portuguesas que aceitam os resultados do Enem:

Universidade de Coimbra
Universidade de Algarve
Instituto Politécnico de Leiria
Instituto Politécnico de Beja
Instituto Politécnico do Porto
Instituto Politécnico de Portalegre
Instituto Politécnico do Cávado e do Ave
Instituto Politécnico de Coimbra
Universidade de Aveiro
Instituto Politécnico de Guarda
Universidade de Lisboa
Universidade do Porto
Universidade da Madeira
Instituto Politécnico de Viseu
Instituto Politécnico de Santarém
Universidade dos Açores
Universidade da Beira Interior
Universidade do Minho

Fonte: Agência Brasil

Confira o gabarito extraoficial e comentários das questões do Enem 2016

O gabarito oficial do Enem 2016 só sai na quarta-feira, enquanto isso a Oficina do Estudante publica o gabarito extraoficial das provas aplicadas este ano. As questões foram solucionadas por professores do cursinho para possibilitar que os candidatos tenham noção sobre seu desempenho nos exames. 

Ilustração de um GabaritoAs provas do primeiro dia pediram, entre outros temas, Hamlet, Descartes crise dos refugiados e a xenofobia na Hungria, a evolução da vida no campo, o apartheid na África do Sul, a escritora brasileira Ana Cristina Cesar e, em ciências da natureza, a composição do spray de pimenta, a cosmologia de Platão, diabetes e fezes de cachorro apareceram nas questões.

No segundo dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os concorrentes tiveram que responder itens de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e ainda fazer uma redação.

O tema da dissertação deste ano foi “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”. Os professores do Centro Educacional Leonardo da Vinci responderam as questões e você confere o gabarito abaixo.

Os gabaritos gabaritos oficiais saem na quarta (9/11). Os estudantes terão acesso ao resultado final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no dia 19 de janeiro. 

Confira o gabarito extraoficial do Enem 2016

Enem 2016 termina com 30% de abstenção, MEC considera índice dentro do normal

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 termina com um índice de 30% de abstenção de candidatos, a porcentagem é a maior desde 2009. Do total de aproximadamente 8,4 milhões que poderiam fazer o exame neste final de semana, 5,8 milhões compareceram às provas. No ano passado, as abstenções foram de 27,6%, de acordo com balanço geral divulgado hoje (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo a secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, a variação em relação a anos anteriores foi mínima e a pasta considera que as abstenções se mantiveram constantes.

Do total de mais de 8,6 milhões de candidatos inscritos no exame, 271.033 tiveram as provas adiadas para os dias 3 e 4 de dezembro, em função das ocupações das escolas por todo o país. Segundo o Inep, dos 8.356.215 candidatos que poderiam fazer a prova neste final de semana, 5.848.619 fizeram o exame. O Amazonas foi o estado com a maior porcentagem de abstenções, 37,4% dos inscritos. Já o Piauí teve a menor taxa de abstenção, com 22,7%.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, faz balanço sobre as provas do Enem 2016.Valter Campanato/Agência Brasil"Eu acho que diante do quadro que nós acompanhamos nos últimos dias e semanas, diria que foi um sucesso absoluto o Enem 2016", disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. "Conseguimos fazer com que 97% dos candidatos tivessem condições de participar do Enem. Três porcento terão que fazer o exame em dezembro, que foi a solução mais segura adotada pelo MEC", acrescentou.

O ministro da Educação estima que o adiamento das provas para parte dos candidatos deverá custar cerca de R$ 15 milhões. O Inep vai reciclar as provas que foram impressas e não foram aplicadas neste final de semana e usará o material para a confecção da nova leva de exames.

Nos dois dias de aplicação, 768 candidatos foram eliminados do exame: 641 por descumprimento das regras do edital, 120 por portar objetos eletrônicos identificados por meio de uso de detectores de metal e sete por recusa de coleta de dado biométrico - esta foi a primeira vez que o Enem recolheu as digitais dos candidatos. O número de eliminações é maior que o de 2015 (740), mas inferior ao de 2014 (1.519) e de 2013 (1.522).

O exame registrou ainda 27 ocorrências, sendo 22 de falta de energia e cinco emergências médicas. De acordo com a presidente do Inep, Maria Inês Fini, a falta de luz não prejudicou a aplicação das provas para os estudantes que estavam nesses locais.

Prisões

Operações da Polícia Federal para combater fraudes no Enem resultaram na prisão preventiva de 11 pessoas neste domingo, segundo o chefe da Divisão de Polícia Fazendária da PF, Franco Perazzoni. Cinco foram presas com mandatos de prisão e outras seis em flagrante. Todas elas estavam com escutas nos locais de prova. "Algumas escutas eram tão pequenas que tiveram que ser retiradas com pinças com ímãs na ponta", disse.

A PF deflagrou hoje duas operações para combater fraudes no Enem. Segundo o delegado, as investigações já vem sendo feitas junto ao Inep e as ações foram possíveis com cruzamentos de dados dos gabaritos e dos inscritos. Ele explica que há principalmente dois tipos de fraudes: aquelas em que especialistas contratados fazem a prova no lugar de candidatos para garantir uma boa nota e aquelas nas quais os gabaritos são transmitidos por escutas via celular para os candidatos. Os preços pagos pelos inscritos variam de R$ 40 mil até R$ 200 mil, quando a prova é feita por outra pessoa.

O delegado defende que o sistema de verificação biométrica implantado neste ano deverá garantir maior segurança ao Enem. As investigações constataram possibilidade de fraudes terem sido feitas em edições anteriores do exame."A operação ainda está em curso, estamos ouvindo pessoas, há a investigação dos gabaritos anteriores", disse o delegado.

Taxa de Abstenção

Confira os índices de abstenção das provas do Enem registrados nas últimas edições, desde 2009:

2009 - 37,7%
2010 - 28,8%
2011 - 26,4%
2012 - 27,9%
2013 - 29,7%
2014 - 28,9%
2015 - 27,6%
2016 - 30%

Fonte: Agência Brasil

Confira a lista de 364 escolas ocupadas em que o Enem foi adiado

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), atualizou hoje (4) a lista dos 364 locais em que a aplicação da prova foi adiada, em função de ocupações das escolas. Candidatos inscritos nesses locais não farão a prova neste final de semana (5 e 6 de novembro). A lista foi ampliada para incluir locais que foram ocupados após a divulgação da primeira lista pelo Inep, na última terça-feira (1º).  

Para este grupo de 204 mil estudantes, o exame será reaplicado nos dias 3 e 4 de dezembro. Eles serão informados do adiamento por SMS.

Foto de uma Escola OcupadaOs estados de Minas Gerais, com 88 ocupações, e do Paraná, com 76 ocupações,  têm o maior número de locais de provas ocupados. As ocupações ocorrem em diversos estados do país. Estudantes do ensino médio, superior e educação profissional têm buscado pressionar o governo por meio do movimento. Os alunos são contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos do governo federal pelos próximos 20 anos, a chamada PEC do Teto. Eles também criticam a reforma do ensino médio, proposta pela Medida Provisória (MP) 746/2016, enviada ao Congresso.

O MEC também corrigiu a lista de locais ocupados e dez escolas que haviam sido dadas como ocupadas terão prova neste fim de semana. Serão 8.186 candidatos que devem comparecer para fazer o Enem nos dias 5 e 6.

Confira a lista completa de escolas em que o Enem será adiado para dezembro:

Alagoas

Água Branca

EE MONSENHOR SEBASTIAO ALVES BEZERRA - PRÉDIO: PRINCIPAL

Arapiraca
EE LIONS CLUB - PRÉDIO: PRINCIPAL
EE MANOEL ANDRE - PRÉDIO: PRINCIPAL
EE MANOEL LUCIO - PRÉDIO: PRINCIPAL
EE PROFA IZAURA ANTONIA DE LISBOA - PRÉDIO: PRINCIPAL
EEF COSTA REGO - PRÉDIO: PRINCIPAL
UFAL - UNIV FEDERAL DE ALAGOAS - CAMPUS ARAPIRACA - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B - PRÉDIO: BLOCO C
UNEAL - CAMPUS I - PRÉDIO: PRINCIPAL

Delmiro Gouveia
EE LUIZ AUGUSTO AZEVEDO DE MENEZES - PRÉDIO: PRINCIPAL
UFAL - UNIV FEDERAL DE ALAGOAS - CAMPUS DO SERTAO - PRÉDIO: PRINCIPAL

Girau do Ponciano
EE PROF JOSE ENOQUE DE BARROS - PRÉDIO: PRINCIPAL

Maceió

IFAL - IF DE ALAGOAS - CAMPUS MACEIO - PRÉDIO: ELETRONICA - PRÉDIO: PRINCIPAL

Marechal Deodoro
IFAL - CAMPUS MARECHAL DEODORO - PRÉDIO: PRINCIPAL

Palmeira dos Índios
UNEAL - UNIV ESTADUAL DE ALAGOAS - CAMPUS III - PRÉDIO: PRINCIPAL

Santana do Ipanema
IFAL - CAMPUS SANTANA DO IPANEMA - PRÉDIO: UNICO

Bahia

Alagoinhas
Universidade do Estado da Bahia - Uneb Campus II - Bloco A - Bloco B

Amargosa
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) - Bloco Único

Barreiras
Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) - Prédio 1 - Prédio 2

Cachoeira
UFRB - Centro de Artes, Humanidades e Letras - Bloco A - Bloco B

Caetité
Universidade do Estado da Bahia - UNEB - DCH - Campus VI - Bloco Único

Camaçari
UNEB -Universidade do Estado da Bahia - Bloco Único

Catu
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Baiano Campus Catu - Antiga Escola Agrotécnica - Bloco antigo - Pavilhão novo

Conceição do Caetité
UNEB Departamento de Educação Campus XIV - Bloco Único

Cruz das Almas
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia UFRB Pavilhão I - Pavilhão de Aulas I
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia UFRB Pavilhão II - Pavilhão de Aulas II

Feira de Santana

Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade da Universidade Federal da Bahia - UFRB - Pavilhão de Aulas

Instituto Federal de Ciências e Tecnologia da Bahia (IFBA) - Bloco Único

Universidade Estadual de Feira de Santana UEFS - CEEB / Laboratório de Letras / MÓDULO I / MÓDULO II / MÓDULO III / MÓDULO IV / MÓDULO VI / MÓDULO V / Centro de Convivência / MÓDULO VII

Guanambi
Universidade do Estado da Bahia - UNEB - Campus XII - Bloco Único

Ilhéus

Instituto Federal da Bahia (IFBA) - Bloco 01

Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) Pavilhão Adonias Filho / Pavilhão de Exatas / Pavilhão Jorge Amado 1 / Pavilhão Jorge Amado 2 / Pavilhão Juizado Modelo / Pavilhão Pedro Calmon 2 / Pavilhão Pedro Calmon 1 / MEDICINA VETERINÁRIA / EDUCAÇÃO FÍSICA
Itaberaba
UNEB Universidade do Estado da Bahia Departamento de Educação Campus XIII - Bloco I - Bloco II

Itabuna
CEEP em Biotecnologia e Saúde antigo Colégio Polivalente de Itabuna Bloco Único

Itapetinga
Instituto Federal Baiano Campus Itapetinga - Bloco A - Bloco B
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) - Bloco A - Bloco B

Jacobina
UNEB Departamento de Ciências Humanas Campus IV - Bloco A - Bloco B

Jequié
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB Dálva de Oliveira - Bloco Único - Pavilhão Josélia Navarro - Pavilhão Manoel Sarmento II

Juazeiro

Universidade do Estado da Bahia - UNEB - Campus III - Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais -  DTCS - Prédio de Direito - Prédio de Agronomia - Prédio de Direito
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Departamento de Ciências Humanas - Campus III - LABORATORIO DE REDAÇÃO - PREDIO PEDAGOGIA - PREDIO ADM - Prédio de Comunicação

Paulo Afonso

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia antigo COLEPA - Bloco 1 - ALA 1 / Bloco 2 - ALA 2

Porto Seguro
Universidade Federal do Sul da Bahia - BLOCO A - BLOCO B

Salvador
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Departamento de Ciências da Vida - DCV - DECV II
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Departamento de Ciências Exatas e da Terra - DCETI - Bloco Único
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Departamento de Ciências Humanas  - DCH - Bloco Único
Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Departamento de Educação - DEDC - Bloco Único 

Santa Maria da Vitória
UFOB UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA CAMPUS SANTA MARIA - Bloco Único

Santo Antônio de Jesus
Universidade do Estado da Bahia UNEB Campus V - BLOCO I - BLOCO II

Teixeira de Freitas
UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA - UFSB - Bloco 01 - Bloco 02

Valença
(UNEB) Universidade do Estado da Bahia - Campus XV - Prédio 01 - Prédio 02
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA) - Campus Valença - Bloco F - Bloco G

Vitória da Conquista
CETEP - Centro Territorial de Educação Profissional (antiga Agrotécnica Sérgio de Carvalho) - BLOCO 01 - BLOCO 02

Inst. Fed. de Educ. Ciências e Tec. da Bahia (IFBA) (Antigo CEFET ) - Campus de Vitória da Conquista - BLOCO ALFA - BLOCO BETA - BLOCO IX - BLOCO V - Bloco Novo

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) - MÓDULO I UINFOR - MÓDULO II - DITORA - MÓDULO IV - PEDAGOGIA - Módulo III - ANTONIO LUIS- LUIZÃO

Universidade Federal da Bahia (UFBA) - IMS-CAT - Campus Anísio Teixeira - Bloco único

Distrito Federal

CEM 02 do Gama - Bloco 1 - Humanidades / Bloco 2 - Linguagens e Códigos / Bloco 3 - Ciências da Natureza
CEM 304 de Samambaia - Bloco A - Bloco B - Bloco C - Bloco D
CEM Taguatinga Norte (CEMTN) - Bloco A - Bloco B - Bloco C - Bloco D - Bloco E
Centro Educacional 01 de Planaltina - Centrão - Bloco A - Bloco B - Bloco C
Instituto Federal de Brasilia - IFB Campus Samambaia - Bloco A - Bloco B
Instituto Federal de Brasília (IFB) - Campus Riacho Fundo I - BLOCO ÚNICO
Universidade de Brasília (UnB) - Bloco de Salas de Aula - BSA Sul Bloco Único
Universidade de Brasília (UnB) - Campus Planaltina Unidade Acadêmica - UAC
Universidade de Brasília (UnB) - Pavilhão Anísio
Teixeira - Bloco Único
Universidade de Brasília (UnB) - Pavilhão João Calmon - Bloco Único

Espírito Santo

Cariacica

EEEFM Ary Parreiras - Bloco A
EEEFM Coronel Olímpio Cunha - Bloco A
EEEFM Hunney Everest Piovesan - Bloco A
EEEFM Jesus Cristo Rei - Bloco A
EEEFM Maria de Lourdes Poyares Labuto - Bloco Único
EEEFM Professor Joaquim Barbosa Quitiba - Bloco Único
EEEFM Professor José Leão Nunes - Bloco A
EEEFM Professora Maria Penedo - Bloco A

Colatina
EEEFM Conde de Linhares - Bloco Único

São Mateus
Centro Universitário Norte do Espírito Santo - CEUNES-UFES - Bloco A - Eixo I /  Bloco C - Eixo III
EEEFM Marita Motta Santos (antiga EEEFM São Mateus) - Bloco Único

Serra
EEEFM Aristóbulo Barbosa Leão - Prédio Principal
EEEFM Belmiro Teixeira Pimenta - Bloco 1 - Bloco 2
EEEFM Clotilde Rato - Bloco I - Bloco II
EEEFM Clóvis Borges Miguel - Bloco Único
EEEFM ELICE BAPTISTA GAUDIO - Bloco 1 - Bloco 2
EEEFM Francisca Peixoto Miguel - Bloco Único
EEEFM IRACEMA CONCEIÇÃO SILVA - Bloco 1 - Bloco 2
EEEFM Jacaraípe - Anexo - Principal
EEEFM Marinete de Souza Lira - Bloco 1 - Bloco 2
EEEFM Mestre Álvaro - Bloco 1
EEEFM NOVA CARAPINA - Bloco Unico
EEEFM Professor João Loyola - Bloco Único
EEEFM Professora Hilda Miranda do Nascimento - Bloco I
EEEFM Professora Juraci Machado - Bloco Único
EEEFM Professora Maria Olinda de Oliveira Menezes - Bloco Único
EEEFM SIZENANDO PECHINCHA - Bloco unico
EEEFM Vila Nova de Colares - Bloco Único
EEEFM Zumbi dos Palmares - Bloco Único

Viana

EEEFM Ewerton Montenegro Guimarães - Bloco Único
EEEM Irmã Dulce Lopes Ponte - Bloco Único

Vila Velha

EEEFM Florentino Avidos - BLOCO ÚNICO  -
EEEFM Francelina Carneiro Setúbal - Bloco Único  -
EEEM Ormanda Gonçalves - BLOCO ÚNICO  -
EEEM Professor Agenor Roris - Pavilhão 1 - Pavilhão 2

Vitória

Colégio Estadual do Espírito Santo - Bloco Único  -
EEEFM Aflordízio Carvalho da Silva - Bloco Único  -
EEEFM Almirante Barroso - Bloco Único  -
EEEM Arnulpho Mattos - Bloco Único  -
EEEM Irmã Maria Horta - Bloco Único  -
EEEM Professor Fernando Duarte Rabelo - Instituto de Educação - Bloco Único  -
EEEM Professor Renato José da Costa Pacheco - Bloco Único  -
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - IFES (antigo CEFET) - Bloco Metalurgica - Bloco Principal

Goiás

Aparecida de Goiânia
Instituto Federal de Goiás - Campus Aparecida de Goiânia - Bloco B - Bloco C - Complexo -

Formosa
Instituto Federal de Goiás IFG - Campus Formosa - Bloco Único 

Goiânia
Universidade Federal de Goiás (UFG) - Centro de Aulas A
Universidade Federal de Goiás (UFG) - Centro de Aulas Baru B - Bloco Único
Universidade Federal de Goiás (UFG) - Centro de Aulas Caraíbas C - Bloco Único
Universidade Federal de Goiás (UFG) - Centro de Aulas D - Bloco Único


Goiás
UFG/ Regional SantAna - Bloco Único
Universidade Federal de Goiás (UFG) - Faculdade de Direito - Campus da Cidade de Goiás - Bloco 1 - Bloco 2

Iporá
Instituto Federal Goiano - Campus Iporá - Bloco Único

Jataí
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - Bloco Único  -
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - CAMPUS JATOBÁ - Central 01 - C1 - C2

Maranhão

Grajaú
UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO - Bloco Unico 

Imperatriz
Centro de Estudos Superiores de Imperatriz (CESI-UEMA) - Anexo I - Pavilhão I - Pavilhão II -

Pinheiro
IFMA - Campus Pinheiro - Bloco Único
Unidade Escolar Agostinho Ramalho Marques - Bloco Único

São Bernardo
Universidade Federal do Maranhão - UFMA - Bloco Único

São Luís
COLÉGIO UNIVERSITÁRIO - COLUN - UFMA - PRÉDIO PRINCIPAL

Minas Gerais

Belo Horizonte

Escola Estadual Ari da Franca - Bloco 1 - Bloco 2
Escola Estadual Dom Cabral Bloco 1 / Bloco 2
Escola Estadual Geraldina Ana Gomes - Bloco 1 - Bloco 2
Escola Estadual Governador Milton Campos - Unidade I - Bloco Único 
Escola Estadual Juscelino Kubitschek de Oliveira - Bloco Único  -
Escola Estadual Maria Carolina Campos - Bloco 1 - Bloco 2 - Bloco 3
Escola Estadual Maria Luiza Miranda Bastos Bloco 1 / Bloco 2 / Bloco 3
Escola Estadual Paschoal Comanducci Bloco 1 / Bloco Anexo / Bloco 2 / Bloco 3
Escola Estadual Professora Maria Muzzi Guastaferro - Bloco Único  -
Escola Estadual Santos Dumont - Bloco Único
Escola Estadual Três Poderes Bloco 1 / Bloco Anexo
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Biblioteca Universitária - Campus Pampulha
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - CAD 1 - Campus Pampulha - Bloco Único  -
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - CAD 2 - Bloco B - Campus Pampulha - Bloco B  -
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - CAD 2 - Bloco C - Campus Pampulha - Bloco C  -
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Centro Pedagógico - Campus Pampulha Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Colégio Técnico (Coltec) - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Escola de Ciência da Informação - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional - EEFFTO - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Escola de Engenharia - Bloco 3 - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Escola de Engenharia - Bloco 4 - Campus Pampulha - Bloco Único Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Escola de Veterinária - Campus Pampulha Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Fac. de Fil e Ciências Humanas (FAFICH) - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Faculdade de Farmácia - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Faculdade de Letras (FALE) - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) -
Faculdade de Odontologia - Campus Pampulha - Bloco Único
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Hospital Veterinário - Campus Pampulha
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Instituto de Ciências Exatas (ICEX) - Campus Pampulha - Bloco ÚnicoUniversidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Instituto de Geociências - IGC -  Campus Pampulha - Bloco Único

Conceição do Mato Dentro

Escola Estadual Mestre Sebastiao Jorge - Bloco 1 
Escola Estadual São Joaquim - Bloco 1 

Contagem
Escola Estadual Helena Guerra - Prédio A - Prédio B

Diamantina
Escola Estadual Professora Ayna Tôrres - Bloco Único  -
Escola Estadual Professora Isabel Motta - Bloco 1

Divinópolis
Escola Estadual Manoel Corrêa Filho - Bloco B / Bloco A
Escola Estadual Martin Cyprien - Bloco Único
Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ - Campus Divinópolis - Bloco Único

Espinosa

Escola Estadual Betânia Tolentino Silveira - Prédio 1 - Prédio 2

Ituiutaba

Escola Estadual Coronel Tonico Franco - Bloco A / Bloco B
Escola Estadual Governador Israel Pinheiro Bloco 1 / Bloco 2 Universidade Federal de Uberlândia Bloco 1B / Bloco 1D

Januária

Escola Estadual Olegário Maciel - Bloco 1 - Bloco 2

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas IFET - Campus Januária - Bloco do Ensino Médio / Bloco do
Ensino Médio (Novo) / Bloco do Ensino Superior

Juiz de Fora

Universidade Federal de Juiz de Fora - Instituto de Ciências Humanas - Prédio Novo - Bloco A - Bloco D - Bloco B - Bloco C

Mariana

Instituto de Ciências Humanas e Sociais ICHS - BLOCO ANTIGO - BLOCO REUNI

Instituto de Ciências Sociais Aplicadas ICSA UFOP - BLOCO ANTIGO - BLOCO DE SALA

Monte Azul

Escola Estadual de Monte Azul - Bloco 1 - Bloco 2
Escola Estadual Tancredo Neves - Bloco 1 - Bloco 2

Montes Claros

Escola Estadual Monsenhor Gustavo - BLOCO 01

Ouro Branco

Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ Campus Alto Paraopeba - CAP - Bloco 1 - Bloco 3 - Bloco 4 - Bloco 5 - Bloco 6

Instituto Federal de Minas Gerais IFMG Campus Ouro Preto antigo CEFET - Pavilhão de Meio Ambiente / Pavilhão Bloco I Geraldo Nunes / Pavilhão Metalurgia / Pavilhão Mineração / Pavilhão Segurança do Trabalho / Pavilhão de Desenho / PAVILHÃO EDIFICAÇÕES / Pavilhão de Línguas / Pavilhão Gestão da Qualidade

Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) -Direito -Campus Morro do Cruzeiro - Bloco Único
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) - Escola de Minas - Campus Morro do Cruzeiro - Bloco Único
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) - ICEB I - Campus Morro do Cruzeiro - Bloco 1 / Bloco 2
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) - Bloco de Salas de Aulas - Campus Morro do Cruzeiro - Bloco Único

Paracatu

Escola Estadual Antônio Carlos - Bloco A - Bloco B
Escola Estadual Doutor Virgílio de Melo Franco - Bloco Único

Pirapora

Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - IFNMG Campus Pirapora - Bloco 1

Poços de Caldas

Colégio Municipal Doutor José Vargas de Souza - Bloco 1 - Bloco 2
Escola Estadual David Campista - Bloco Único  -
Escola Estadual Doutor João Eugênio de Almeida - Bloco Único  -
Escola Estadual Professor Arlindo Pereira - Polivalente - Bloco Único

Santa Luzia

Escola Estadual Presidente Itamar Franco - Bloco I / Bloco II

São João del Rei

Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ - Campus Santo Antônio - Prédio Principal / Prédio Mecânica / Prédio Elétrica
Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ Campus Dom Bosco - Prédio Principal - Prédio do Depto Ciências Naturais
Universidade Federal de São João Del Rei UFSJ Campus Tancredo de Almeida Neves - Prédio Central - Prédio da Zootecnia - Prédio de Ciências Econômicas - Prédio do Reuni -  Prédio Reuni III

Uberaba
Centro Educacional da Universidade Federal do Triângulo Mineiro UFTM - Bloco Único -

Uberlândia

Escola Estadual Antônio Luis Bastos - Bloco Único  -
Escola Estadual Antônio Thomaz Ferreira de Rezende - Bloco 1 - Bloco 2 - Bloco 3 - Bloco 4
Escola Estadual Bueno Brandão - Bloco Único
Escola Estadual de Uberlândia - MUSEU - Bloco Único 
Escola Estadual Frei Egidio Parisi - Bloco 1 - Bloco 2 - Bloco 3 -
Escola Estadual Guiomar de Freitas Costa - Bloco 01 - Bloco 02
Escola Estadual João Rezende - Bloco Único  -
Escola Estadual Mário Porto - Bloco Único  -
Escola Estadual Messias Pedreiro - Bloco A - Bloco B - Bloco C - Bloco D - Bloco E
Escola Estadual Professor José Ignácio de Sousa - Bloco 1 / Bloco 2
Escola Estadual Professor Leonidas de Castro Serra - Bloco A - Bloco B - Bloco C -
Escola Estadual Professora Juvenilia Ferreira dos Santos - Bloco A - Bloco B - Bloco C - Bloco D - Bloco E
Escola Estadual Segismundo Pereira - Bloco Único  -
Escola Estadual Teotônio Vilela - Bloco 01 - Bloco 03 - Bloco 04 - Bloco 05
Universidade Federal de Uberlândia UFU - Campus Santa Mônica Bloco 5O

Unaí

Escola Estadual Delvito Alves da Silva - Bloco 01  -
Escola Estadual Domingos Pinto Brochado Bloco 1
Escola Estadual Manoela Faria Soares - Bloco Único  -
Escola Estadual Tancredo de Almeida Neves - Bloco 1  -
Escola Estadual Teófilo Martins Ferreira - Bloco 01  -
Escola Estadual Vigário Tôrres - Bloco Único  -
Escola Estadual Virgílio de Melo Franco - Bloco 01
Universidade Estadual de Montes Claros UNIMONTES - BLOCO 01 / BLOCO 02 / BLOCO 03 / BLOCO 04

Mato Grosso do Sul

Paranaíba

Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul - Bloco Auditório - Bloco I - Bloco II

Mato Grosso

Rondonópolis

IFMT CAMPUS RONDONOPOLIS - PRÉDIO: UNICO

Pará

Abaetetuba

Campus Universitário de Abaetetuba - UFPA - Bloco A - Bloco B - Bloco C - Bloco D

Altamira

Universidade Federal do Pará UFPA Campus l Letras - Bloco Único
Universidade Federal do Pará UFPA Campus II Faculdade de Ciências Biológicas - Bloco FCB  -
Universidade Federal do Pará UFPA Campus II Faculdade de Engenharia Florestal - Bloco Único  -
Universidade Federal do Pará UFPA Campus II Faculdade de Etnodiversidade - Bloco Único  -
Universidade Federal do Pará UFPA Campus I Pedagogia - Auditório -

Bragança

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia IFPA Campus Bragança - Bloco I - Bloco II

Cametá

Campus Universitário do Tocantins Cametá UFPA - Auditório - Bloco 01 -Bloco 02 - Bloco 03 - Bloco 04

Castanhal

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará IFPA Campus Castanhal - Bloco A - CGE - Bloco B - CGE - Bloco D bovino

Universidade Federal do Pará UFPA Bloco A / Bloco B / Bloco C GETI / Bloco D Multidisciplinar

Marabá
Unifesspa - Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará - Campus I - Bloco 01 - Bloco 02 - Bloco 03

Tucuruí

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) - Campus Tucuruí - Bloco Único

Paraíba

Areia

UFPB - CENTRO DE CIENCIAS AGRARIAS-CAMPUS AREIA II - PRÉDIO: A -PRÉDIO: B - PRÉDIO: C - PRÉDIO: D

Bananeiras

UFPB - AGROECOLOGIA - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
UFPB - CENTRO DE CIENC HUMANAS SOCIAIS E AGRARIAS - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2 - PRÉDIO: 3 - PRÉDIO: 4

Cabedelo

IFPB - CAMPUS CABEDELO - PRÉDIO: PRINCIPAL

Pernambuco

Granhunhs

UEPE - UNIV EST DE PERNAMBUCO - CAMPUS GARANHUNS - PRÉDIO: PREDIO 2 - PRÉDIO: PREDIO I
UFRPE - UNIDADE ACADEMICA DE GARANHUNS - UAG - PRÉDIO: PREDIO 2: PREDIO 3

Ouricuri
IF SERTAO PERNAMBUCANO - CAMPUS OURICURI - PRÉDIO: PRINCIPAL

Petrolina
EE ANTONIO PADILHA - PRÉDIO: PRINCIPAL
IF SERTAO PERNAMBUCANO - PRÉDIO: ANEXO - PRÉDIO: PRINCIPAL
UPE CAMPUS PETROLINA - BL 1 APLICAÇAO PRÉDIO: BL 1 APLICAC
UPE CAMPUS PETROLINA, BL 2 EDUCACAO - PRÉDIO: BL 2 EDUCACA
UPE CAMPUS PETROLINA, BL 3 SAUDE - PRÉDIO: BL 3 SAUDE 

Recife

UFPE - CAC / CENTRO DE ARTES E COMUNICACAO - PRÉDIO: PRINCIPAL 
UFPE - CCB / CENTRO DE CIENCIAS BIOLOGICAS - PRÉDIO: PRINCIPAL 
UFPE - CENTRO DE EDUCACAO - PRÉDIO: PRINCIPAL
UFPE - CFCH / CENT DE FILOSOFIA E CIENCIAS HUMANAS - PRÉDIO: PRINCIPAL
UFPE - NIATE CFCH/CCSA - PRÉDIO: PRINCIPAL  -
UFRPE - CEGOE / CENTRO DE ENSINO DE GRADUACAO - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO 2
UFRPE CEAGRE 1 PREDIO PROF RILDO SARTORI B COELHO - PRÉDIO: PRINCIPAL
UFRPE CEAGRE 2 - PREDIO PROF JOAO VASCONCELOS - PRÉDIO: PRINCIPAL

Salgueiro
IF - CAMPUS SALGUEIRO - PRÉDIO: PRINCIPAL

São Lourenço da Mata
COL AGRICOLA DOM AGOSTINHO - IKAS PRÉDIO: PRINCIPAL
COL AGRICOLA DOM AGOSTINHO IKAS - CODAI - UFRPE - PRÉDIO: PRINCIPAL
EREM CONDE PEREIRA CARNEIRO PRÉDIO: BL 1 / PRÉDIO: BL 2

Vitória de Santo Antão

UFPE - CENTRO ACADEMICO DE VITORIA DE SANTO ANTAO - PRÉDIO: ADM - PRÉDIO: ANEXO LAB

Piauí

Bom Jesus

Universidade Federal do Piauí (UFPI) - Campus Professora Cinobelina Elvas (CPCE) - Bloco 01 - Bloco 02

Teresina

Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFPI) - Campus Sul - Bloco Único

Paraná

Almirante Tamandaré
CE PAPA JOAO PAULO I - PRÉDIO: UNICO  -
CE PROF EDIMAR WRIGHT - PRÉDIO: BLOCO 01 - PRÉDIO: BLOCO 02
CE VEREADOR PEDRO PIEKAS - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CEEBJA AYRTON SENNA DA SILVA - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2

Araucária
CE FAZENDA VELHA ENSINO MEDIO - PRÉDIO: UNICO

Campo Largo
CE DJALMA MARINHO - PRÉDIO: PREDIO 1 - PRÉDIO: PREDIO 2

Campo Magro
CE JARDIM BOA VISTA - PRÉDIO: PRINCIPAL

Campo Mourão
UNESPAR/FECILCAM - CAMPUS DE CAMPO MOURAO - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C - PRÉDIO: D - PRÉDIO: E

Colombo

CE ALFREDO CHAVES - PRÉDIO: UNICO 
CE ANTONIO LACERDA BRAGA - PRÉDIO: UNICO 
CE GENESIO MORESCHI - PRÉDIO: UNICO 
CE JOAO RIBEIRO DE CAMARGO - PRÉDIO: 01 
CE LUIZ SEBASTIAO BALDO - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2 - PRÉDIO: 3

Curitiba

CE BARAO DO RIO BRANCO - PRÉDIO: UNICO 
CE DO PARANA - PRÉDIO: IMPAR - PRÉDIO: PAR
CE DR XAVIER DA SILVA - PRÉDIO: UNICO 
CE HILDEBRANDO DE ARAUJO - PRÉDIO: 01
CE IVO LEAO - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CE JULIA WANDERLEY - PRÉDIO: ANEXO 1 - PRÉDIO: PRINCIPAL
CE JULIO MESQUITA - PRÉDIO: I  -
CE LEONCIO CORREIA - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C - PRÉDIO: CENTRAL -
CE PAULO LEMINSKI - PRÉDIO: AZUL - PRÉDIO: ROSA
CE PEDRO MACEDO - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III -
CE PROF LOUREIRO FERNANDES - PRÉDIO: 1 
CE SANTA CANDIDA - PRÉDIO: 2 - PRÉDIO: 3 - PRÉDIO: 4 - PRÉDIO: 5
CE TIRADENTES - PRÉDIO: UNICO 

Guarapuava

CE ANTONIO TUPY PINHEIRO - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C - PRÉDIO: D
CE FRANCISCO CARNEIRO MARTINS EMP - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C
CE MANOEL RIBAS EFM - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CE NEWTON FELIPE ALBACH - PRÉDIO: BLOCO UNICO 
CE VISCONDE DE GUARAPUAVA - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C
UNICENTRO - UNIV ESTADUAL DO CENTRO OESTE - PRÉDIO: A - PRÉDIO: D - PRÉDIO: M - PRÉDIO: Q

Irati

UNICENTRO - UNIV ESTADUAL DO CENTRO OESTE - PRÉDIO: E - PRÉDIO: F - PRÉDIO: J - PRÉDIO: K - PRÉDIO: PDE - PRÉDIO: PRINCIPAL

Jacarezinho
CE JOSE PAVAN - EFM - PRÉDIO: BL. 1 - PRÉDIO: BL. 2

Laranjeiras do Sul
UFFS - UNIV FEDERAL DA FRONTEIRA SUL - PRÉDIO: I-A

Maringá
CE BRANCA DA MOTA FERNANDES - PRÉDIO: 01 - PRÉDIO: 02
CE DUQUE DE CAXIAS - PRÉDIO: 01  -
CE JOAO DE FARIA PIOLI - EFM - PRÉDIO: 02 - PRÉDIO: 03 - PRÉDIO: 04 CE UNIDADE POLO - PRÉDIO: PAV 1 / PRÉDIO: PAV 4
COL DE APLICACAO PEDAGOGICA DA UEM - PRÉDIO: T11 - PRÉDIO: T13
IE DE MARINGA - PRÉDIO: BLOCO 3 - PRÉDIO: BLOCO 4

Matinhos
CE GABRIEL DE LARA - PRÉDIO: UNICO

Paranaguá
UNESPAR CAMPUS PARANAGUA - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C

Pinhais
CE AMYNTAS DE BARROS - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II
CE DEP ARNALDO FAIVRO BUSATO - EFMNP - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III
CE HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO - PRÉDIO: BLOCO I 
CE MATHIAS JACOMEL - PRÉDIO: II 
CE PROF DANIEL ROCHA - PRÉDIO: I
CE TENENTE SPRENGER - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III - PRÉDIO: IV

Pinhão
CE PROCOPIO FERREIRA CALDAS - PRÉDIO: BL A 

Piraquara
CE PROF MARIO BRANDAO TEIXEIRA BRAGA - PRÉDIO: BL 1 / PRÉDIO: BL 2
CE PROFA ROSILDA DE SOUZA OLIVEIRA - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CE ROMARIO MARTINS - PRÉDIO: UNICO

Prudentópolis
CE VILA NOVA - PRÉDIO: A - PRÉDIO: B - PRÉDIO: C -

Realeza
CE DOZE DE NOVEMBRO - PRÉDIO: 01
UFFS - UNIV FEDERAL FRONTEIRA SUL PRÉDIO: 1

Santa Helena
CE HUMBERTO DE ALENCAR CASTELO BRANCO - PRÉDIO: BL ÚNICO

São José dos Pinhais

CE AFONSO PENA - EFM - PRÉDIO: 02  -
CE ANITA CANET - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2 - PRÉDIO: 3 - PRÉDIO: 4
CE COSTA VIANA - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III
CE DRA ZILDA ARNS NEUMANN - PRÉDIO: I 
CE ELZA SCHERNER MORO - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CE HERBET DE SOUZA ENS FUND E MED - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II
CE IPE - PRÉDIO: 1 
CE JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III - PRÉDIO: IV
CE PADRE ARNALDO JANSEN - PRÉDIO: PAV 1 - PRÉDIO: PAV 2
CE PE ANTONIO VIEIRA - PRÉDIO: I 
CE PROFA LINDAURA RIBEIRO LUCAS - PRÉDIO: BL ÚNICO 
CE SAO CRISTOVAO - PRÉDIO: ÚNICO 
CE SHIRLEY CATARINA TAMALU MACHADO - PRÉDIO: I 
CE SILVEIRA DA MOTTA - PRÉDIO: 01 - PRÉDIO: 02
CE UNIDADE POLO - PRÉDIO: 01 - PRÉDIO: 02

Sarandi

CE ANTONIO FRANCISCO LISBOA - PRÉDIO: I - PRÉDIO: II - PRÉDIO: III
CE DO JARDIM INDEPENDENCIA - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2
CE DO JARDIM PANORAMA EF - PRÉDIO: 1 - PRÉDIO: 2 - PRÉDIO: 3
CE JARDIM UNIVERSITARIO PRÉDIO: 02

União da Vitória
UNESPAR - CAMPUS DE UNIAO DA VITORIA - PRÉDIO: 1

Rio de Janeiro

Duque de Caxias

COL PEDRO II - CAMPUS DUQUE DE CAXIAS - PRÉDIO: PRINCIPAL
IFRJ CAMPUS DUQUE DE CAXIAS - PRÉDIO: BLOCO I

Niterói

UFF - CAMPUS GRAGOATA - PRÉDIO: BLOCO A / PRÉDIO: BLOCO B / PRÉDIO: BLOCO C / PRÉDIO: BLOCO D / PRÉDIO: BLOCO E / PRÉDIO: BLOCO
F / PRÉDIO: BLOCO G / PRÉDIO: BLOCO N / PRÉDIO: BLOCO P

UFRRJ - CAMPUS NOVA IGUACU - PRÉDIO: ADMINISTRA / PRÉDIO: MULTIMIDIA / PRÉDIO: INFORMATICA / PRÉDIO: BIBLIOTECA / PRÉDIO: POS GRAD


Rio das Ostras
UFF - RIO DAS OSTRAS - PRÉDIO: ANEXO I - PRÉDIO: ANEXO II - PRÉDIO: ANEXO III - PRÉDIO: ANEXO IV - PRÉDIO: PRINCIPAL

Rio de Janeiro

COL PEDRO II - UNIDADE CENTRO - PRÉDIO: ÚNICO 
COL PEDRO II - UNIDADE ENGENHO NOVO II - PRÉDIO: ENSINO MEDIO - PRÉDIO: PRINCIPAL
COL PEDRO II - UNIDADE HUMAITA II - PRÉDIO: PRINCIPAL 
COL PEDRO II - UNIDADE REALENGO II - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B - PRÉDIO: BLOCO C
COL PEDRO II - UNIDADE SAO CRISTOVAO II - PRÉDIO: II  -
COL PEDRO II - UNIDADE SAO CRISTOVAO III - PRÉDIO: CORREDOR A - PRÉDIO: CORREDOR B
COL PEDRO II - UNIDADE TIJUCA II - PRÉDIO: PRINCIPAL 

Rio Grande do Norte

Caicó
UFRN CAMPUS DE CAICO - PRÉDIO: AUDITORIO - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B - PRÉDIO: BLOCO D

Macau
IFRN - INSTITUTO FEDERAL DE CIENCIAS E TECNOLOGIA - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B

Natal

EE DES FLORIANO CAVALCANTI - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B - PRÉDIO: BLOCO C - PRÉDIO: BLOCO D
EE PROF ANISIO TEIXEIRA - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B - PRÉDIO: BLOCO C -
IFRN - CAMPUS ZONA NORTE - PRÉDIO: BLOCO A - PRÉDIO: BLOCO B

Pau dos Ferros
UERN - CAMPUS PAU DOS FERROS - PRÉDIO: BLOCO A / PRÉDIO: BLOCO
B / PRÉDIO: BLOCO C / PRÉDIO: BLOCO D / PRÉDIO: BLOCO E

Rio Grande do Sul

Bagé

IFSUL Campus Bagé - Bloco administrativo - Bloco de salas

Camaquã

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul - Rio Grandense - Campus Camaquã - Bloco 04 - Bloco 07

São Vicente do Sul
Instituto Federal Farroupilha - Campus São Vicente do Sul - Bloco B
Sapucaia do Sul
Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Sul Rio Grandense Campus Sapucaia do Sul - Prédio 1 - Prédio 2

Sergipe

São Cristóvão
Universidade Federal de Sergipe UFS - Didática I - Bloco Único Universidade Federal de Sergipe UFS Didática - VI Bloco Único

Tocantins

Araguaína

Universidade Federal do Tocantins UFT Campus Universitário de Araguaína - Bloco G - Anfiteatro - Bloco H - Bloco H1

Porto Nacional

Fundação Universidade Federal do Tocantins UFT Campus de Porto Nacional - Bloco I - Bloco III - Bloco VIII

Fonte: Agência Brasil

Justiça nega pedido de suspensão e mantém Enem em duas datas diferentes

A Justiça Federal no Ceará indeferiu o pedido do procurador da República, Oscar Costa Filho, do Ministério Público Federal (MPF) no Ceará, de adiar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para todos os candidatos do país. Com a decisão da Justiça, a prova está mantida para este final de semana (5 e 6 de novembro). O procurador pediu o adiamento do exame para todos os candidatos após o Ministério da Educação (MEC) adiar a prova de cerca de 191 mil candidatos que fariam o exame em escolas, universidades e institutos federais ocupados por estudantes em protesto a medidas do governo federal. O exame para esses candidatos foi adiado para os dias 3 e 4 de dezembro.

Logo EnemO procurador argumentou que há prejuízo à isonomia do exame, uma vez que seriam aplicadas provas e temas de redação diferentes para aqueles que forem fazer a prova apenas em dezembro. A Justiça, no entanto, entendeu que "apesar da diversidade de temas que inafastavelmente ocorrerá com a aplicação de provas de redação distintas, verifica-se que a garantia da isonomia decorre dos critérios de correção previamente estabelecidos, em que há ênfase na avaliação do domínio da língua e de outras competências que não têm "o tema" como ponto central".

O MPF chegou a pedir, como alternativa, que a prova seja mantida, mas que não seja válida a prova de redação até "o julgamento de mérito da demanda, assegurando assim a “igualdade de partes” e a reversibilidade dos efeitos da decisão". A alternativa seria tomar medidas para assegurar que todos os candidatos submetam-se à mesma prova de redação. O pedido alternativo foi também negado.

Em defesa da manutenção do Enem, a Advocacia-Geral da União (AGU) argumentou que o adiamento nacional custaria R$ 776 milhões aos cofres públicos. Segundo o MEC, o adiamento de parte dos candidatos custará cerca de R$ 12 milhões.

De acordo com a AGU, como um número elevado de provas teria que ser corrigido em um curto período de tempo, o adiamento certamente também prejudicaria o acesso dos estudantes ao ensino superior por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), bem como o cronograma do ano letivo das universidades que utilizam o Enem.

Segundo a AGU, o Enem normalmente já é composto por duas provas aplicadas em datas diferentes. Além do exame regular, a avaliação é feita em um segundo momento pelos estudantes privados de liberdade e aqueles que foram impedidos de participar do certame por desastres naturais, como aconteceu no ano passado em dois municípios de Santa Catarina.

A AGU também defendeu que, embora com temas diferentes, a isonomia das redações está garantida na correção. O resultado da avaliação é definido com base em cinco competências expressas na matriz do Enem, cada uma, avaliada por quatro critérios correspondentes aos conceitos: insuficiente, regular, bom e excelente.  Os pontos observados consideram, por exemplo, o domínio da modalidade escrita, a compreensão da proposta da redação e a proposta de intervenção ao problema abordado respeitando os direitos humanos.

Fonte: Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Enem pode ser cancelado em mais locais; Inep divulgará nova lista amanhã

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) divulgará amanhã (4) uma lista atualizada com os locais nos quais o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será cancelado neste final de semana (dias 5 e 6). O Enem será adiado para os candidatos que estiverem com as provas marcadas em escolas, universidades e institutos federais ocupados por estudantes. A nova aplicação será nos dias 3 e 4 de dezembro. 

Na terça-feira (1º), o Inep divulgou uma primeira lista com 304 locais prova ocupados, o que levará ao cancelamento da prova para mais de 191 mil candidatos. Segundo a autarquia, a atualização incluirá locais que foram ocupados nos últimos dias.

Logo EnemO MEC estabeleceu o prazo para a desocupação até as 23h59 dessa segunda-feira (31). Mesmo que os locais tenham sido desocupados depois desse prazo, o Enem será remarcado. Segundo o Inep, para a nova data, serão definidos novos locais de prova. Os inscritos serão informados por SMS.Estudantes que participam das ocupações chegaram a pedir a transferência dos locais de prova, a exemplo do que foi feito pelos Tribunais Regionais Eleitorais para o segundo turno da eleição no último domingo (30).

“Foi muito volátil esse movimento. Ora [os locais] estavam ocupados, ora desocupados, mudou muito. Não há possibilidade de alocarmos o novo local de prova”, disse Maria Inês, em coletiva de imprensa no último dia 1º.

Local de prova

Os candidatos do Enem podem acessar o local de prova na internet ou pelo aplicativo do Enem. Além do local, data e horário de prova, o cartão de confirmação traz o número de inscrição do estudante, a opção de língua estrangeira e, quando for o caso, a indicação de atendimento especializado e específico e a solicitação de certificação do ensino médio.

O cartão de confirmação está disponível pela internet, na Página do Participante, e também no aplicativo do Enem, nas plataformas Android, iOS e Windows Phone. De acordo com o Inep, responsável pelo exame, 5,2 milhões do total de mais de 8,6 milhões de candidatos já sabem onde farão as provas. O número equivale a mais de 60% dos candidatos.

Para lembrar os estudantes, o Inep faz uma campanha de alerta, enviando SMS e e-mail a cada três dias para quem ainda não acessou o cartão. No dia da prova, não é obrigatória a apresentação do cartão. O acesso é de responsabilidade do candidato. A recomendação é que os participantes conheçam o trajeto com antecedência para evitar atrasos no dia da prova.

Fonte: Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

MEC prorroga prazo de renovação do Fies para 15 de dezembro

O prazo para a renovação de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) neste segundo semestre foi prorrogado para o dia 15 de dezembro. Inicialmente, o processo seria encerrado no último dia (31/10). De acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), dos 1,5 milhão de estudantes que devem renovar o financiameno, 980 mil o fizeram até esta manhã.

Logomarca FiesOs contratos do Fies precisam ser renovados todo semestre. O pedido de aditamento é feito inicialmente pelas faculdades. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no SisFies. No caso de aditamento não simplificado, quando há alteração nas cláusulas do contrato, como mudança de fiador, por exemplo, o estudante precisa ainda levar a documentação comprobatória ao agente financeiro para finalizar a renovação. Já nos aditamentos simplificados, a renovação é formalizada a partir da validação do estudante no sistema.

Os estudantes precisam validar as informações no sistema e, no caso de aditamentos não simplificados, procurar os agentes financeiros do Fies (Caixa ou Banco do Brasil) para formalizarem a renovação dos contratos.

Os aditamentos, normalmente feitos no início do semestre, ficaram congelados devido à falta de recursos. No entanto, após a aprovação de crédito suplementar para o programa pelo Congresso Nacional, o sistema foi liberado para renovações.

O investimento nos financiamentos é de R$ 8,6 bilhões, já garantidos no orçamento, de acordo com o Ministério da Educação. A pasta assegura que, para 2017, o governo federal já enviou ao Congresso Nacional Projeto de Lei Orçamentária que contempla R$ 21 bilhões para o Fies, o que garantirá a continuidade dos financiamentos e a manutenção dos contratos com os agentes financeiros do fundo.

Fonte: Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil