Filippo Marinetti |
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Passa grande parte da vida na França, mas viaja constantemente para a Itália e escreve sua obra nos idiomas dos dois países. Seu primeiro livro de poesias, Destruição (1904), já mostra experiências anárquicas com a escrita.
Em fevereiro de 1909 publica, no jornal francês Le Figaro, o Manifesto Futurista. Glorifica a guerra, a era da máquina, a velocidade e o dinamismo e condena todas as formas tradicionais de literatura e arte. No ano seguinte escreve a novela Mafarka le Futuriste (Mafarka, o Futurista), com a qual ilustra suas teorias. No livro de poesias Guerra, a Única Higiene do Mundo (1915) comemora o início da I Guerra Mundial (1914-918) e pede a entrada da Itália no conflito.
Em 1919 adere ao fascismo e torna-se seguidor entusiasta de Benito Mussolini. Embora temporariamente suas idéias incentivem o patriotismo italiano, na década de 30 perde a maioria dos seguidores. Morre em Bellagio, Itália

