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É o primeiro da turma de 1937, na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, e, na formatura, recebe o espadim das mãos do próprio Getúlio Vargas, de quem seu pai, Euclides Figueiredo, era opositor ferrenho desde 1930.
Quando da deposição de Washington Luís pelo movimento tenentista, Euclides luta ao lado do presidente deposto e chega a ser preso por Getúlio. O filho participa do golpe militar de 1964 e, após a vitória, passa a chefiar a seção do Rio de Janeiro do então recém-criado Serviço Nacional de Informações (SNI). Promovido a general, em 1969 chefia o gabinete militar no governo Médici. Em 1974 assume a chefia geral do SNI em Brasília.
Chega a general-de-exército e é aprovado pelo Congresso Nacional como presidente da República no ano de 1978. Seu governo marca a transição do Regime Militar de 1964 para a democracia. Em virtude do aumento crescente da oposição aos militares, acelera a abertura política sancionando a Lei da Anistia e restaurando o pluripartidarismo. Marcam sua passagem pela Presidência escândalos econômicos como o que envolveu o grupo Coroa-Brastel (1981) e a empresa Delfim (1982), além de problemas como o crescimento da inflação e da dívida externa.
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