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Em 1952 lidera a campanha de desobediência civil às leis racistas do apartheid, o regime oficial de segregação racial. Em 1956 é preso por cinco anos, sem processo. Em 1960, uma manifestação de 20 mil negros é reprimida pelo Exército, que mata 67 pessoas e fere 186.
O confronto fica conhecido como massacre de Sharpeville. O CNA é declarado ilegal e responde à decisão abandonando a política de não-violência. Mandela, que organiza a facção armada Lança da Nação, é preso em 1962 e condenado a cinco anos de cadeia, pena ampliada para prisão perpétua em 1964.
Libertado em 1990, assume a liderança do CNA, recém-reconduzido à legalidade pelo presidente Frederick de Klerk. Com ele, Mandela negocia uma nova Constituição, em que se elimina o apartheid. Divide o Prêmio Nobel da Paz de 1993 com de Klerk.
Eleito no ano seguinte o primeiro presidente negro do país, consegue controlar a inflação e o déficit público, mas enfrenta altos índices de desemprego e de criminalidade. Ainda assim, faz seu sucessor, o ex-vice Thabo Mbeki, nas eleições de 1999.
Em 1998 casa-se com Graça Machel, viúva do ex-presidente moçambicano Samora Machel, após se divorciar de sua segunda mulher, Winnie Mandela.
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