Relações Internacionais |
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A Tailândia derrubou as bolsas na Rússia. A Rússia
derrubou as bolsas no Brasil. O Brasil ameaçou derrubar a economia do resto da
América do Sul. Esse "efeito dominó" é cada vez mais comum: um
acontecimento ocorrido numa parte do mundo é sentido em todo o planeta. Com a
internacionalização da economia, o profissional de relações internacionais
é cada vez mais solicitado. Ele analisa o cenário internacional para
aconselhar as empresas em seus investimentos no exterior e abre caminho para
exportações, importações e acordos comerciais entre companhias de países
diferentes.
Trabalhar nesse ramo significa ser cidadão do mundo. "Você tem de estar
preparado para lidar com realidades e costumes diferentes", afirma Paulo
Resende, coordenador do curso de relações internacionais da PUC de São Paulo.
Segundo ele, dominar mais de um idioma é indispensável. "Quem não sabe
bem pelo menos inglês e português não pode nem pensar em trabalhar na área."
Para conseguir bons postos é desejável ter mestrado em comércio exterior ou
em política internacional. É bom Ter disponibilidade para viajar ao exterior,
mas isso não é uma regra. "Meu trabalho não é viajar e, sim, fazer com
que os outros viajem", diz Tatiana Farah de Mello, do Serviço Nacional de
Aprendizagem Industrial, que articula cursos e intercâmbio entre o Senai e
instituições parecidas de outros países.
Você vai ler muito sobre direito e ciência política aplicados à área internacional. Entre as disciplinas estão relações econômicas internacionais, direito público, português e inglês. Algumas escolas participam de simulações promovidas pela OEA e a ONU. Duração média: quatro anos.
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