Escultor, desenhista e diagramador mineiro (8/6/1920-). Famoso por suas esculturas neoconcretas, feitas com chapas de aço e ferro recortadas em formato geométrico. Nasce em Paraisópolis e estuda desenho e pintura no decorrer de oito aPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Amilcar de Castro

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Escultor, desenhista e diagramador mineiro (8/6/1920-). Famoso por suas esculturas neoconcretas, feitas com chapas de aço e ferro recortadas em formato geométrico. Nasce em Paraisópolis e estuda desenho e pintura no decorrer de oito anos, de 1942 a 1950, em Belo Horizonte.

Amilcar de Castro Começa a expor seus trabalhos em 1959, primeiro no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e, em seguida, no Belvedere da Sé, em Salvador. Em 1960, ganha o primeiro prêmio na categoria escultura do 15º Salão do Museu de Belas-Artes de Belo Horizonte.

Participa no mesmo ano da Exposição Internacional de Arte Concreta, em Zurique, na Suíça. Adota o neoconcretismo, a partir de então, em suas esculturas de ferro e aço recortados. Participa com várias delas da mostra Artistas Brasileiros Contemporâneos, no Museu de Arte Moderna de Buenos Aires, em 1967.

Trabalha também como diagramador de jornais, sendo responsável pela reforma gráfica do Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro, e de muitos outros de Belo Horizonte. Em 1967 muda-se para Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde vive hoje.