Poetisa fluminense (2/6/1952-29/10/1983). Ana Cristina Cruz César nasce no Rio de Janeiro, filha de pai sociólogo e mãe professora. Publica seus primeiros poemas aos 7 anos, no Suplemento Literário do jornal TribunPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Ana Cristina César

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Poetisa fluminense (2/6/1952-29/10/1983). Ana Cristina Cruz César nasce no Rio de Janeiro, filha de pai sociólogo e mãe professora. Publica seus primeiros poemas aos 7 anos, no Suplemento Literário do jornal Tribuna da Imprensa.

Forma-se em letras em 1975, pela PUC-RJ, e conclui o mestrado em comunicação pela UFRJ em 1979, ano em que lança Cenas de Abril e Correspondência Completa. No ano seguinte, vai para a Inglaterra estudar tradução literária em Essex e publica Luvas de Pelica e Literatura Não É Documento, tese de mestrado sobre literatura no cinema.

A Teus Pés, seu último livro publicado em vida, sai em 1982 pela editora Brasiliense. Escreve resenhas literárias e ensaios nos jornais Opinião, O Beijo, Jornal do Brasil, Folha de S.Paulo e nas revistas Veja e IstoÉ.

Ana Cristina CésarTambém trabalha como tradutora de poetas estrangeiros, entre eles Silvia Plath. De acordo com o escritor Armando Freitas Filho, seu amigo desde o início dos anos 70, antes de se suicidar, aos 31 anos, a escritora apresenta forte crise de depressão, resultado de surtos melancólicos que começam depois de sua volta da Inglaterra. Armando é responsável pela publicação de sua obra póstuma, os livros Inéditos e Dispersos, prosa e poesia (1985); Escritos na Inglaterra, ensaios e textos sobre tradução e literatura (1988); e Escritos no Rio, artigos, textos acadêmicos e depoimentos (1993).