Cronista capixaba (12/1/1913-19/12/1990). Nascido em Cachoeiro de Itapemirim e participante ativo da boemia carioca da década de 50, é o único escritor a conquistar destaque na literatura brasileira escrevendo exclusivamente crôPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Rubem Braga

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Cronista capixaba (12/1/1913-19/12/1990). Nascido em Cachoeiro de Itapemirim e participante ativo da boemia carioca da década de 50, é o único escritor a conquistar destaque na literatura brasileira escrevendo exclusivamente crônicas.

Ainda estudante assina uma coluna diária no jornal Diário da Tarde, de Belo Horizonte. A partir dos anos 30 passa a trabalhar para diversos jornais e revistas. Forma-se em direito em 1932, mas não abandona o jornalismo.

Rubem Braga Durante a II Guerra Mundial acompanha como correspondente as tropas da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália. Na volta relata essa experiência no livro Com a FEB na Itália (1945).

Em 1950 passa um ano em Paris, para onde volta em 1955 como chefe do Escritório Comercial do Brasil. É embaixador no Marrocos de 1961 até 1963. Suas crônicas, de intenso lirismo, falam de acontecimentos do cotidiano, paisagens e estados de alma. São publicadas em jornais e livros, como Ai de Ti, Copacabana (1960) e A Traição das Elegantes (1967). Morre no Rio de Janeiro.