Escritora fluminense (7/11/1901-9/11/1964), tida como uma das maiores poetisas da língua portuguesa. Ainda criança fica órfã e é educada pela avó materna. Forma-se professora primária em 1917 e dedica-se aoPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Cecília Meireles

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Escritora fluminense (7/11/1901-9/11/1964), tida como uma das maiores poetisas da língua portuguesa. Ainda criança fica órfã e é educada pela avó materna. Forma-se professora primária em 1917 e dedica-se ao magistério. Em 1919 publica seu primeiro livro de poesias, Espectros, de tendência parnasiana.

Já em Nunca Mais e Poema dos Poemas (1923) e Baladas para El-Rei (1925) manifesta elementos do simbolismo. A partir de 1922 aproxima-se da corrente espiritualista, a ala católica do modernismo. Leciona na Universidade do Distrito Federal (1936-1938) e na Universidade do Texas (1940).

Cecília Meireles Viaja por Europa, Estados Unidos e Oriente. Em 1953 lança RomanceirodaInconfidência, um dos marcos da literatura social brasileira, no qual recria poeticamente a saga de Tiradentes e dos outros inconfidentes nas Minas Gerais do século XVIII.

Lírica, intimista e mística, aborda os temas da precariedade da vida, do amor, da morte e da fugacidade do tempo. De estilo extremamente pessoal, é difícil classificá-la em uma escola literária. Traduz autores importantes, como Federico García Lorca e Virginia Woolf. Morre no Rio de Janeiro.