Escritor paulista (17/2/1925-1o/4/1999). Autor de 45 livros, entre eles romances policiais ambientados em São Paulo. Edmundo Nonato, seu nome verdadeiro, nasce no bairro do Brás, filho caçula de um empresário gráfico de Pressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Marcos Rey

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Escritor paulista (17/2/1925-1o/4/1999). Autor de 45 livros, entre eles romances policiais ambientados em São Paulo. Edmundo Nonato, seu nome verdadeiro, nasce no bairro do Brás, filho caçula de um empresário gráfico de formação presbiteriana. Entra em contato com a literatura pela obra de Monteiro Lobato, impressa na gráfica do pai.

Termina o curso clássico aos 18 anos e, quando se preparava para ingressar na faculdade de direito, é acometido por lepra e recolhido no Sanatório Padre Bento, em Guarulhos, em regime de prisão. Em 1946 foge a pé para o Rio de Janeiro, onde vive entre o subúrbio e a zona de prostituição da Lapa.

Marcos ReyA experiência serve de subsídio para obras como O Enterro da Cafetina (1967) e Memórias de um Gigolô (1968). Sobrevive de traduções de livros infantis e de cartas que escreve para prostitutas analfabetas. Volta para São Paulo, curado da lepra, e em 1953 publica seu primeiro livro, Um Gato no Triângulo. Assina 30 roteiros de cinema, entre eles várias pornochanchadas.

Em 1967 faz sua primeira telenovela, O Grande Segredo. Escreve capítulos para o programa infantil Vila Sésamo e é um dos responsáveis pela adaptação de Sítio do Picapau Amarelo para a televisão. Na década de 80 inicia sua obra infanto-juvenil a pedido da Editora Ática, pela qual publica sucessos de venda como O Mistério do Cinco Estrelas e O Rapto do Garoto de Ouro. Morre em São Paulo, de câncer no fígado.