Escritor, jornalista e diplomata maranhense (14/4/1857-21/1/1913). Autor de uma obra anticlerical, e que trata do adultério e dos vícios humanos, é considerado o "papa" do naturalismo brasileiro. Aluísio Tancredo Gon&Pressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Aluísio Azevedo

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Escritor, jornalista e diplomata maranhense (14/4/1857-21/1/1913). Autor de uma obra anticlerical, e que trata do adultério e dos vícios humanos, é considerado o "papa" do naturalismo brasileiro. Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo nasce em São Luís.

Aluísio Azevedo Aos 19 anos muda-se para o Rio de Janeiro, onde trabalha como caricaturista no jornal O Fígaro. Seu primeiro romance, Uma Lágrima de Mulher, é publicado em 1879. No ano seguinte volta ao Maranhão e é um dos fundadores de O Pensador, jornal anticlerical. Funda também A Pacotilha, primeiro diário de São Luís.

Em 1881 lança O Mulato, seu segundo romance, provocando grande escândalo. A partir de então, novamente morando no Rio, inicia um período de intensa produção literária. Publica A Condessa de Vésper (1882), Casa de Pensão (1883) e A Mortalha de Alzira (1884). O Cortiço, um de seus romances mais conhecidos, é lançado em 1890.

Cinco anos depois publica sua última obra, O Livro de uma Sogra. Abandona a atividade de escritor para se dedicar à carreira diplomática. Morre em Buenos Aires, onde servia como vice-cônsul do Brasil.