Escritor e jornalista mineiro (1º/5/1922-28/12/1992). Contista e autor de um único romance, notabiliza-se pelo hábito de reescrever seus textos em busca da perfeição. Otto de Oliveira Lara Resende nasce em São Jo&atPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Otto Lara Resende

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Escritor e jornalista mineiro (1º/5/1922-28/12/1992). Contista e autor de um único romance, notabiliza-se pelo hábito de reescrever seus textos em busca da perfeição. Otto de Oliveira Lara Resende nasce em São João del Rei.

Doente de asma na infância, a família não acredita em sua recuperação. Mas ele sobrevive, forma-se em direito e, por volta de 1940, começa no jornalismo. Muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha simultaneamente no Diário de Notícias e em O Globo.

Escreve os editoriais dos dois jornais, não raramente defendendo opiniões opostas. No decorrer da carreira trabalha em praticamente todos os jornais do Rio, inclusive na revista Manchete e na TV Globo. Sua prosa caracteriza-se por frases cheias de mordaz ironia.

Otto Lara ResendeEstréia na ficção em 1952, com o livro de contos O Lado Humano. Em 1957, quando é adido cultural do Brasil em Bruxelas, lança Boca do Inferno, obra festejada pela crítica. Em 1962, já de volta ao país, publica O Retrato na Gaveta e, no ano seguinte, O Braço Direito, seu único romance.

Sua última obra é As Pompas do Mundo (1963). Em 1979 é eleito para a Academia Brasileira de Letras (ABL). Morre no Rio de Janeiro.