Há 2.400 anos, Aristóteles chegou à conclusão e anunciou que “o todo é a soma de suas partes”. Partindo-se deste pressuposto – nunca contestado –, um sistema é um todo cuja existêPressione TAB e depois F para ouvir o conteúdo principal desta tela. Para pular essa leitura pressione TAB e depois F. Para pausar a leitura pressione D (primeira tecla à esquerda do F), para continuar pressione G (primeira tecla à direita do F). Para ir ao menu principal pressione a tecla J e depois F. Pressione F para ouvir essa instrução novamente.

Título do artigo: Mestre de si, líder de pessoas

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Há 2.400 anos, Aristóteles chegou à conclusão e anunciou que “o todo é a soma de suas partes”. Partindo-se deste pressuposto – nunca contestado –, um sistema é um todo cuja existência se deve à interação de suas partes.

Complementos saudáveis são a ordem e as dependências entre seus elementos, visualizados na estrutura e nas interações que proporcionam, na busca do todo.

Ao considerarmos uma empresa como um sistema, ver o todo significa suas complexidades, seus objetivos a alcançar, suas regras, suas normativas.

Diante deste contexto, tanto nas modernas teorias da administração como na prática, cresce de valor a liderança sadia, justa, consequente, agregadora e competente, que saiba lidar com legitimidade, capacidade e, antes de tudo, ética e decência com esta complexidade.

Nesta nova visão, uma empresa é um sistema vivo, energisado permanentemente, que precisa de metas, objetivos, controles, racionalidades, ajustados com o decantado todo de Aristóteles. Que consiga conviver e estimular mudanças permanentemente, ambivalência, confiança nas pessoas e capacidade de auto-organização.

Que trabalhe fundamentalmente sistemas vivos e complexos e consiga conduzi-los sistematizados para o seguinte: capacidade de lidar com insegurança; abertura para novas experiências; disposição para fornecer ou absorver novos valores; convivência franca para lidar com sentimentos próprios e alheios; capacidade de admitir diferenças e tratá-las com maturidade e não ameaças; e, finalmente, constante disposição interna de reavaliação.

O indesejável - maior dos equívocos - é competição interna. Quem pensa sistema, deve imaginar conjunto, unidade, grupo.

Leis sem costumes são práticas não aceitas, de nada valem. Procurar enganar ou burlar compromete a honra e a moral na medida em que existiu o propósito deliberado, o ilícito foi pensado e programado, direcionado e posto em prática.

Acaba a interação, o feedback. É decisiva uma avaliação severa do que se fez, certo ou errado; caso contrário, o sistema fica vulnerável à violência. Levar vantagem a qualquer preço merece a mais severa rejeição, o mais forte expurgo.

Esperteza, quando cresce, come o dono. Ande na companhia dos bons e parecerás um deles. Nunca aceitem a condição de não romper um acordo; pagarás um preço muito alto.

Mestre de si, líder de pessoas.

O indesejável - maior dos equívocos - é competição interna. Quem pensa sistema, deve imaginar conjunto, unidade, grupo.